meses
sombrear os olhos. Debaixo do hijabe azul, ela podia sentir o cabelo escuro grudando na nuca e o suor se acumulando nas dobras do seu corpo. No momento, a ideia de que o calor da Fló
inha se tornad
seus sorrisos bobos para ela. A alegria inocente delas era contagiosa e, apesar da sua
dos meninos brandindo uma pedra, triunfante. Taq Taqieh era uma das suas br
ha e de coração partido na Flórida. Precisava de uma fuga e, então, levou seus estudos ao exterior. Natasha e Shatha, as duas funcioná
ulher, estava sendo um grande conforto. As palavras
u sou candidato ao pós-doutorado, preciso de uma esposa. Alguém pra cuidar da
outro durante a pós-graduação. Quantas vezes ficaram acordados juntos, engolindo café e tomando sorvete enquanto
her que um dia criaria seus filhos. Ela tinha sido a mulher que esquentou a su
empurrou de lado. Com um sorriso l
quatro anos. Não era incomum ter uma criança abandonada no orfanato, mas isso geralmente acontecia com bebês, nascidos de mães solteiras que não conseguiriam sustentálos ou tinham vergonha de mantê
o de quatro a doze anos de idade. Não era raro os meninos atazanarem as meninas
r alguns dos meninos fugindo de medo de Aisha
, tentando parecer severa enquanto se sentava. –
is velho pegou a pedra e todos cantaram juntos enquanto o menino caminhava lentamente em volta do círculo. Amy não se surpreende
a corda toda, mas ela estava exausta e coberta de poei
ição, ela estava sem
tentando imaginar uma desculpa.
s crianças. A música recomeçou às suas costas no momento em que entrou no prédio. Natasha
clinando-se contra a parede e enxugando
esmo de te faze
dorar seu trabalho. Tinha crescido no povoado e queria ajudar. De família pobre, teve poucas perspectivas de casamento, mas isso não enf
s cicatrizes da decepção do seu marido; mas, quando enviuvou, fez bom uso do dinheiro da família e transformou sua casa em um o
ao pegar um lençol. – Tenho quase certeza de
e Shatha, franzindo a sobrancelha. – Ele estava con
y
a forma de taquigrafia que eu desenvolvi há alguns anos. M
á três meses. O qu
divulgar minhas anotações, ou vocês podem co
mais velhas iam à escola com as demais crianças do vilarejo, mas as menores de dez anos r
la estivera lá, tinha constatado que o Sheik Iman estava ativamente trabalhando para melhorar a qualidade de vida para todos. Re
ositivas. Amy tinha ouvido mais de uma conversa sobre o sheik t
de lavar acionada a manivela, uma mancha marrom chamou a sua atençã
parece
u o lençol e a mulher mais velha fez uma ca
s meninos. Um exame rápido não revelou nada, mas, quando se dirigiram
apontou para a mancha na estrutura da cama. – Po
de quarentena, na casa de hóspedes dos fundos, para evitar que as outras sejam contaminadas. Pode demorar alg
ava pensar em Aisha completamente sozinha e desolada. – E vou convers
ha s
de você. Mais do que
– Amy murmurou, mas não c
eto, Shatha esticou o braço e
ente, antes de soltar sua mão. – Pude ver a dor nos seus olhos. Seu coração foi partido e você está fugindo dessa dor. Crianças são grandes fontes de cura. Você não devia sentir verg
udou, e ela pare
sse tão óbvia. Ela queria apenas ser uma observadora e uma escritora. Não
de uma correria e mantinha-se à frente de um dos meninos mais velhos. Um pouco alta para a idade, ela era naturalmente rá
segurou a barriga e se dob
ela não conseguia mais vomitar. As outras crianças se afastaram e Amy sina
joelhou e sentiu a testa de Aisha. A menina esteve correndo, mas, apesar diss
tempo faz que
! – ela protestou.
gente não ver – Amy repreendeu com delicadeza. –
car sozinha na casa de h
i ficar sozinha. Eu vou fazer compa
Aisha se a
rom
rom
ntamente a camiseta de Aisha e examinou o abdome. Havia uma marca de nascença pequena, em formato de
isava ir ao hospital. Aisha balançou a cabeça. Amy colocou a camiseta de novo no lugar e bateu levemente no peito da meni
forte com seu polvo de pelúcia. Shatha disse que o brinq
esquecer do K
m pé e suspirou. Pelo jeito, seu primeiro