a. O médico não conseguiria chegar até o final da semana e o orfanato não tinha recursos para levar a menina ao hospital. Shatha tinha quase certeza de que era rotavírus
u Aisha, e Amy parou de le
ou o nariz e balançou a
vai ajudar com a tosse. Vamos acabar
ormir há horas, e Natasha e Shatha estavam encerrando as tarefas do dia, junto com outra rodada de limpeza da área
O remédio para tosse estava quase acabando e ela teria que providenciar mai
ar o céu da noite. A ausência de luzes urbanas permitia que, acima, o céu noturno brilhasse. Algumas semanas a
ego no jornal Miami Herald. Ela tinha um plano. Ficaria alguns anos em um jornal da cidade
teria. Tinha crescido no sistema de lares adotivos, portanto não tinha família para
sceu pra se
ueria filhos e, a princípio, a sua vida juntos seria preenchida com aventura e romance. Apenas
egada à Aisha. Viu um pouco de si mesma n
orfanato, mandou derrubar algumas das paredes para fazer dois dormitórios, um para os meninos e outro para as meninas. Apesar de um pouco espartanos,
ssem na cama, Amy se moveu furtivamente até o armário n
o peito, foi ver o que estava acontecendo. Encostada na parede, no escuro, espiou pela quina e viu Shatha discutindo com doi
paciência. – Ela tem olhos azuis e uma marca de nascença em forma de c
travesseiro e o cobertor. Será qu
ais velha estava
s crianças daqui. Vocês têm que formalizar o pedido à administração. Se tê
l de medo em sua voz, ainda que o coração de Amy e
meaçou um deles. – Nem
iravam-se devagar. Os olhos deles fulgiam de raiva e, no momento e
iro e o cobertor, Amy correu pa
a postura. – Não percebi que você estava
as em seguida explodiu. – Mas eles querem a A
amília, saberiam o nome dela. Aisha tinha três anos quando c
or que eles iam
cabeça e seus olho
e possam ser ensinados a lutar. Conheço homens daquele tipo. Mas não consigo entender porque eles iam que
precisamos nos preocupa
ha s
uero olhos nela o tempo inteiro. Até que a gente s
prometeu, indo pegar suas coisas.
ra ver se ela consegue conversar com alguém e identificar os homens que vieram aqui. –
a área dos fundos e entrou n
não queria correr nenhum risco e estendeu o cobertor no
sha tentou tapear ao ver que Amy coloca
iu malic
ê me disse que estava ótima e que queria brincar com as outras c
omo se contemplasse suas opções ant
Si
ha subitamente piorado. Acho que
amente pegou
lou com um susp
Amy riu. – Vou fazer um p
a dos dois homens estranhos à meia-noite.
tes. Só se falava de uma informação dizendo que os rebeldes
ino relativamente pacífico e não sabia se queria ficar aqui se estavam à beira de uma rebelião em larg
m. Shatha tinha garantido que era rotavírus e que não havia nada que elas pudessem fazer a não ser tratar os sintomas, mas Amy queria ter certeza. Não era a primeira vez
r no orfanato. Presumindo que fosse o médico, Amy
deles carregando arm
arecia familiar. Onde ela o tinha visto? Era bem vestido e incrivelmente bonito, mas seu olhar dei
sentir o perigo
a encontraram, ela pensou ter vi
ha aqui? – El
do. Não recebia salário, mas também não e
r? – pergunto
ericana – e
deu lentamente. –
. Olhos azuis e uma marca de nascença em for
de Aisha, Amy escolheu
so. Por que está p
mens na mesma hora puseram as mãos sobre as armas
cou, empertigando-se. Talvez ele estivesse acostumado à covardia dos habitantes do
lmente abran
as recentemente soube da existência
queria que ela acreditasse que ele reivindicaria
a ser que ela tivesse visto a foto dele em algum lugar. Não era como se ela passasse todo o seu tempo de folga na internet. Seja como for, ela não entreg
erificar se a menina que procura está aqui. Mas tem apenas duas meninas estudando e nenhuma delas tem sete anos. – Ela olhou para ele com desconfiança. O homem
ela, em uma ameaça silenciosa, mas o c
a mulher detidame
car aqui. Mos
rmados, Amy rezou para que não começassem a fuçar
níssono, quando Amy abriu cuidadosamente a porta. Elas imediatamente pararam e olharam para os recém-chegados
uanto se afastavam. – Viu a
homem, com a decepçã
sabe, agora que viu as condições em que vivem essas crianças, não fique motivado a fazer mais do
vez, as borboletas em seu estômago não tinham n
speito – ele afirmou com a voz baixa. – Da próxima
e dócil quanto você deseja – ela disse brincando, com uma v
ou o dedo para controlar seus homens. Eles o levaram
nte, Natasha c
ele estava
– Amy, desgostosa, sentia a determinação crescer a cada palavra. – Não sei o qu
amiga se a
y, ele não faz parte da rebelião. Ele é o Sheik Bahir Karawi e é u
, incrédula. Era de
ia querer um
er e dinheiro do que você sonha. Com uma única ordem, ele pode fazer
ançou a
a para que ela fique no meio de uma luta política. – Ela endireitou completamente a pos
spirou pro
o se isso fosse
ha prometido a Aisha que não a abandonaria e pr