O que deseja fazer agora? – Gadi perg
lhou em volta co
o. Tinha sido uma longa semana de buscas pel
respeito do último lugar que visitaram. P
tranho naquela americana c
respeit
mais. Ela era muito específica enquanto falava, mas nem um
conco
clinando a cabeça. – Mas
outros quartos no prédio. Por que um orfana
os no carro. A situação
la está trabalhan
– Ele sacudiu a cabeça e, em seguida, levantou-se e praguejou. – Claro,
tou, cuidadosamente escondend
adi, Bahir riu e se vir
rar minha filha. Vamos levar a menina pra algum local seguro. Se for necessário, desmantel
m, A
istraído, o sol se pôr no horizonte. À noite, ele teria sua filha nos braços. Ele sentiu isso em ca
rianças não deveriam ser machucadas, mas ele queria a filha dele. Ao saírem do carro, os guardas se espalh
ntas, eles não precisar
onstrução que ficava atrás do prédio principal chamou a atenção
tiva americana estava se escondendo. Acenando para os seus homens, ele ladeou o orfanato silenciosamente. Alcançand
r estava sentada na beirada da cama, com a mão sobre a testa de uma menina. A criança se mexeu
a criança
fi
lher. Ela rapidamente se colocou como escudo ent
iu a criança gemer. As bochechas dela estavam
om ela? – Ele exigiu sa
menina – a mulher repli
m de errad
parece, um orfanato que não consegue pagar a taxa usual não está na lista de prioridades. Nós achamo
geiramente, mas ela
o dela – Bahir exigiu. E
ou antes de ba
á muito assustada. Aisha é a m
e da filha d
– ele chiou. A raiva o consumia por dentro, mas ele podia ver o medo
, como se para cla
. loira. Natasha me lembrou quem você era depois que você saiu, mas tudo o que eu vi foram homens armados. E você não foi o primeiro a aparecer procurando por ela. – Os olhos
susp
de Bahi
tempo inteiro. Dois dias atrás,
mas não entregamos Aisha pra e
ra aqui, nem essa mulher estaria segura se tentasse confront
você se
a piscou e
O
petiu, impaciente.
nome é Am
thewson. Estamos saindo d
o me ouviu? Você nã
É a minha filha e vou protegê-la. Especialmente se os rebeldes es
antou a mão para fazê-lo parar
r examinada pelo médico. Se ela estiver com uma infecção bacteriana, vai
r seguro. Arrume suas coisas agora, ou vai
nto abria os olhos e tentava
ulher virou e se inclinou para bei
a e ele vai levar a gente em u
isha perguntou, virand
contar a ela que era o seu p
de novo, com um tom de vo
a aventura dessas! Vou arrumar uma mala e conversa
a com Bahir. Ele aplaudia sua natureza protet
comigo – ele rugiu.
or, eu não te conheço e não vou deixar essa crian
pisando forte, puxou as cobertas e l
u uma ri
ê é f
ena – ele disse, rouco, antes de
nte em seu rosto, mas Amy aquiesc
pegou os frascos de pílulas da mesinha de cabeceira e colocou na mala. – Tenho passado as noites aqui, mas o resto das minhas coisas está na casa principal. Só vo
pra sair daqui
no rosto de Aisha. O mesmo narizinho arrebitado. Os mesmos olhos de um azul cristalino. Mas o formato da boca, a linha do queixo,
ando a garganta. Não tinha noção de quanto t
você estivess
gem para eles e depois se posicionando aos lados e atrás dele, perscrutando a escuridão c
ndava à sua direita. – Pegue a mala da menina e
a de pegar a mala de Aisha, mas, depois de um breve cabo
o orfanato, uma mulher mais velha
rvou a
ha, es
lacônica. – Presumo que
ompeu, mantendo a voz
Amy – a mulher d
ordenou, com calma. – Deixeme fala
rredor, ele se viu encarando o descontentamento da mulher mais velha. Erguendo o queixo em
ue Aisha soubesse que era o seu pai a
a de nascença, mas n
quando descobri uma carta que nunca me foi entregue. Des
s, sem a me
igo, eu não permitiria que ela fosse levada sem lutar. – Shatha fixo
anto ela não está bem. – Curioso, ele inclin
roximou e retirou um cabelinho perdido no
inocentemente. – Mas m
eu um pass
or colocar Aisha
uê? P
nha bonita em seus braços virou a cab
– Shatha riu. – Vo
no chão. Aisha imediatamente começou a chorar, e f
Aisha, a americana deu
ndo à pa