ítu
ordou sobressaltada ao sentir uma mão em seu ombro. Ao abrir os olhos, deparou-se com Ra
simplesmente. - Vou fi
hor e esfregou os olho
ar banho nele
os os dias. Hoje n
or um momento
m, s
mas não queria que ela assumisse mais do que podia. Seu pai era um homem grande, com 1,85m e mais de 100 quilos,
da ideia de delegar esse cuidado. Cuidar do pai era mais do que uma obrigação; era sua
a mesma que ele usava antes do acidente. Era um detalhe pequeno, mas mantê-lo assim fa
tá-la. Queria espantar o cansaço e estar pronta para continuar seu tra
um impulso quase incontrolável de permanecer ao lado do senhor Ave
por
avam conversando sobre o patrão. Em silêncio, pegou seu prato e começo
lgico. - Todas as manhãs, eu levava café para ele bem cedo, e ele já estav
como esse poderiam ajudá-la a entender melhor os h
funcionária. - E toda se
te para os lados antes de continuar, como se
transavam ao invés
erá que era verdade? E se fosse, isso importava agora? De qu
r com o rumo da conversa, mas
regada, baixando a voz. - A mulher saía
ntes do acidente? Aquela, sim, parecia ter algo sé
das funcionárias, parecia que o senhor Avelar tinha
so? - perguntou, sem conse
treolharam, surpr
vida amorosa do pai - respondeu a cozinheira. -
rsa. Aquele assunto já estava começando a mexer com sua cabeça. O senhor Avelar pareci
precisava de alguma coisa. Quando chegou à porta, encontrou-o sentado ao lado da
damente antes de no
tar? - perguntou, a
um passo à frente. - Precis
ou com
assou a mão pelo rosto. -
a raro ver um homem tão forte e determinado se permitir demonstrar f
itir confiança. - E quando isso acontecer,
passou entre os dois. Mas antes que qualquer um pudesse dizer mais
aram na dire
ou Patrícia, sentindo um ca
u imediatamente,
já se encaminhando para a saída. -
air, e uma sensação est
coração batendo rápido. O som lá fora parecia dis
o homem adormec
segredos, senhor Avelar - murmurou
eriu a temperatura do paciente, verificou os aparelhos e fez algumas anotaçõ
oltar. Patrícia começou a ficar inquie
, mas então a porta se abriu de repente, e Rafael
- ela perguntou
os cabelos e trancou
m no jardim,
arregalou
viu q
funcionários. E também não
tiu um
m curioso ou... alguém q
m momento, como se p
ra reforçarem a segurança
ele. Algo naquele incidente parec
e ter relação com o
rou, cruzand
nunca acreditei que tenh
ntiu o cora
que tentar
olhar para o p
o. Eu ten
goliu em seco. A sensação de que havia entrado e
- sugeriu Rafael, voltando a encar
ia que não conseguiria dor