img A enfermeira grávida do CEO  /  Capítulo 2 Capitulo 2 | 5.41%
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Capítulo 2 Capitulo 2

Palavras: 1312    |    Lançado em: 24/03/2025

ítu

afael pediu ao mordomo qu

cia pelos amplos corredores da mansão até um quart

ar de algo, estarei à disposição. - Ele abriu a porta,

estindo o uniforme branco impecável, sentindo a responsabi

tuário médico ao lado da cama e começou a revisar as medicações, os horários de ad

ra o homem desacordado na cama. Senhor Avelar. Mesmo em repo

. Tocou levemente seu pulso, sentindo a pele levemente fria. Era o in

almente pegou um livro que há tempos queria ler e

à sua frente. Havia algo nele que a intrigava, talvez a imponência que permanec

se estivesse conversando c

importa se e

u o rosto dele, atento a qualquer movimento. O silêncio era absoluto, quebra

u a ler. Mas, por mais que tentasse se concentrar na

os. Virou-se ligeiramente para o homem adormecido e, mes

um romance diferente dos que estou

ndo as pernas, e passou os dedos

Uau! - riu baixinho. - Se o senhor soubesse c

ele. Havia algo quase irônico na situação. Ali estava ela, prestes a mergulhar em uma história proibida, enqua

amentos, Patrícia começou a ler, sua vo

vai ser

ia sus

tanto ouvir isso...

nando que tipo de homem ele era. Será que já tinha vivido um romance avassalador como o

beça, rindo

ecendo... Melho

tensa e explícita, sua voz começou a vacilar. As palavras escapavam hesitantes, e um calor inesperado subiu pelo seu

eco e fechou o l

... - murmurou, sentind

ouviu uma batida discreta na porta. O mord

trícia, o almo

suspirou

aquele quarto fosse a única forma de se livrar do tu

retirar para conversar com o filho do patrão. Enquanto isso, os empre

e que deixou o patrão em coma? - perguntou uma

liu em seco, sem saber até onde poderi

spondeu si

êncio antes que ou

ente de carro

atrícia. Ela olhou ao redor, percebendo que todos pareciam saber mais

cionários falavam sobre o acidente. Era como se houvesse al

hando para os rostos ao seu redor. - Os méd

res, e uma das cozinheiras

assou, a esperança foi diminuindo. Hoje,

carinhosa com que Rafael segurou a mão do pai mais cedo, da esperança em s

ornou a cozinha. Ele lançou um olhar discreto aos fun

ia, já t

Si

ha co

tudo o que acabara de ouvir. Algo lhe dizia que aq

ais, e a cada dia que passava, as chances de recuperação diminuíam. No entanto, algo dentro dela

arto do paciente e abriu a port

olho em qualquer mudança no estado do pai. S

observou o homem deitado ali. Agora, com mais calma, analisou cada detal

ntou-se na poltron

os passar bastante tempo juntos - di

m alguém que não podia respondê-la

mas seu filho acredita que irá acorda

aparelhos. Patrícia ajeitou-se na poltrona e pegou novamente seu liv

no senhor... e prome

e, pela primeira vez em muito tempo, os dedos do

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