ítu
afael pediu ao mordomo qu
cia pelos amplos corredores da mansão até um quart
ar de algo, estarei à disposição. - Ele abriu a porta,
estindo o uniforme branco impecável, sentindo a responsabi
tuário médico ao lado da cama e começou a revisar as medicações, os horários de ad
ra o homem desacordado na cama. Senhor Avelar. Mesmo em repo
. Tocou levemente seu pulso, sentindo a pele levemente fria. Era o in
almente pegou um livro que há tempos queria ler e
à sua frente. Havia algo nele que a intrigava, talvez a imponência que permanec
se estivesse conversando c
importa se e
u o rosto dele, atento a qualquer movimento. O silêncio era absoluto, quebra
u a ler. Mas, por mais que tentasse se concentrar na
os. Virou-se ligeiramente para o homem adormecido e, mes
um romance diferente dos que estou
ndo as pernas, e passou os dedos
Uau! - riu baixinho. - Se o senhor soubesse c
ele. Havia algo quase irônico na situação. Ali estava ela, prestes a mergulhar em uma história proibida, enqua
amentos, Patrícia começou a ler, sua vo
vai ser
ia sus
tanto ouvir isso...
nando que tipo de homem ele era. Será que já tinha vivido um romance avassalador como o
beça, rindo
ecendo... Melho
tensa e explícita, sua voz começou a vacilar. As palavras escapavam hesitantes, e um calor inesperado subiu pelo seu
eco e fechou o l
... - murmurou, sentind
ouviu uma batida discreta na porta. O mord
trícia, o almo
suspirou
aquele quarto fosse a única forma de se livrar do tu
retirar para conversar com o filho do patrão. Enquanto isso, os empre
e que deixou o patrão em coma? - perguntou uma
liu em seco, sem saber até onde poderi
spondeu si
êncio antes que ou
ente de carro
atrícia. Ela olhou ao redor, percebendo que todos pareciam saber mais
cionários falavam sobre o acidente. Era como se houvesse al
hando para os rostos ao seu redor. - Os méd
res, e uma das cozinheiras
assou, a esperança foi diminuindo. Hoje,
carinhosa com que Rafael segurou a mão do pai mais cedo, da esperança em s
ornou a cozinha. Ele lançou um olhar discreto aos fun
ia, já t
Si
ha co
tudo o que acabara de ouvir. Algo lhe dizia que aq
ais, e a cada dia que passava, as chances de recuperação diminuíam. No entanto, algo dentro dela
arto do paciente e abriu a port
olho em qualquer mudança no estado do pai. S
observou o homem deitado ali. Agora, com mais calma, analisou cada detal
ntou-se na poltron
os passar bastante tempo juntos - di
m alguém que não podia respondê-la
mas seu filho acredita que irá acorda
aparelhos. Patrícia ajeitou-se na poltrona e pegou novamente seu liv
no senhor... e prome
e, pela primeira vez em muito tempo, os dedos do