Ele sabia o que pensavam dele: um garoto pobre, sem perspectivas, sem nada para oferecer. Eles não precisavam dizer uma palavr
avam entre si, rindo de algo que ele sabia que não queria ouvir. Mar
aixou a
a o que vir
. Seu corpo ainda doía, mas o que mais pesava era a humilhação. Ele sentia-se esm
uina, o riso familia
eles. Ana
. Seu sorriso se alargou,
re coitado! - Ela cruzou os braços
cong
nando a cabeça para o lado, como se realmente estivesse surpresa. - N
minas, afiadas e cruéis. Ele s
estava faz
não saíam. Seu corpo tremia, mas ele sabia que nada
defender, apenas virou as cost
deixaria isso p
ho, no canto mais afastado. Ele mexia na comida sem r
idão foi in
dos ecoaram
gir, seu
nte para que algumas pessoas próxim
óvel. Ele sabia o
um cargo de grande importância, logo abaixo do presidente, e sempre fora um homem influente nos negócios e na sociedade, cresc
isso, adorava p
oupas de marca e a vida perfeita que levava como se fosse um troféu. E, q
s, ele sentia que ainda nã
cadeira de Lucas, fazendo-a ar
dizer nada? H
e não daria a Marcos a sa
acontecesse, uma voz firm
cos, larg
João surgiu
os. Não tinha dinheiro, mas tinha caráter. Não
esforço. Seu pai era motorista de ônibus, e sua mãe, costureira. Ele nunca teve tudo o
aráveis, mas João sempre estivera ali nos momentos difícei
estava al
riu com
João? Vai me impedir de
os braços, s
patético,
de Marcos
qu
para se sentir importante. Só prov
s se contraiu. Ele o
o refeitório fic
ufou e deu um p
s. - Cuspiu as palavras co
saiu, empurrando a
ue nem percebeu que
u lado e deu um leve
ê tá
ntiu, aind
Não sei o que ter
riu um
ais porrada, como sempre. - Ele brinc
tou um ri
go de sua mochila e
você. Feliz
scou, su
esperava
dado. Dentro, havia uma carteira
cisava de uma. Achei
cou sem
. Eu... eu não s
cara. Só quero que saiba
s arderem. Uma lágri
le percebeu al
não ter
ão ter
não te
inha
zade verdadeira valia mais
rde, Lucas vol
festa estav
erar, mas sua alma esta
ia não fosse um fardo tão g
inda houvesse algo pelo q