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que nunca imaginou, fazendo algum trabalho que anos antes você iria olhar e diria que era improvável que fize
ê exige de si tomar o controle da sua p
sentir que não se encaixa direito e talvez até tente mudar e provar algumas coisas para cer
orme furacão, que eu não iria conseguir escapar ficando em Seattle. Poderia dize
ra para
coisas não me dava muito tempo para pensar em outras coisas, ficava de toda forma envolv
ontrole de nada das nossas vidas. E c
epois para as janelas, em busca de alguma que me fizesse dormir,
à aquele lugar. Tanto pelo quarto que um dia foi meu. Todas as coisas, os pôsteres na parede, os livros, e CD
para que outros pensame
manhã, como sempre esteve. Minha mãe adorava tomar seu café respirando ar puro e em torno de
e acima de sua cabeça um chapéu com aba larga que
u passei a noite inteira repetindo que estava
Ela juntou as mãos - Charlie não esper
não queria ter que encara
ciente, puxei uma cadeira para me sentar ao seu lado, e lhe fazer compa
es de cores diferentes que poderiam ter sido colhidas à mão pela senhora ao meu la
e adiantou para pegar uma das torradas. – Ela está atra
ham a capacidade de me retirar do meu momento e tranquil
r Stella, estava indo bem com seu sonho de designer de ves
a Ceci preparar tudo o que você gosta de
fome. - Falei e lhe dei um sorriso
colocou a sua m
se aproximar. Seu vestido amarelo e longo se arrastava pela grama do jardim, e o
sombra sobre os olhos, e me pareceu procurar sinal de chuva - Que tipo d
sa mãe se adiantou e pôs a minha frente o prato
Não esperava que esse casamento durasse mais do que dois meses. Eu poderia
e estava servido as torradas. Ela pegou uma delas e jogou em minha direção, mas e
errou as duas mãos em seu r
s - Ela disse e depois esfregou seu rosto -
Preciso trocar algumas palavras com Charlotte, ai
ficar ali e ir a fundo no assunto. Além de ter que suportar
ntes de me levantar
acelerado contra a parede. Eu ainda estaria lá, provavelmente tendo que lidar
omeu nada. - Minha mã
qualquer c
por não ter crença nisso, mas porque eu estaria sendo um filho da puta hipócrita que
não poderia fugir
ha mente, e eu apenas fiquei parado ali, enquanto ela vinha em minha direção, com seu vestido azul
a voltado - Ela me abraçou
a cheiro de lí
entia a sua, Charlotte. - As pa
precisamos conversar. - Ela me soltou e passou por mim, ma
ia mesm
ção à mesa. Dei as costas
ão seria tão
demorasse a passar. O sangue fervia em minhas vei
*
de eu encontraria a pessoa que seria a minha sombra, durante um bom tempo. Eu queria ter bebido algo antes de
a deveria estar em algum lugar, perto das árvores. Vi algumas folhas em tons lar
sobre o parapeito da ponte, e a encarei de longe. Seus cabelos castanhos voavam com o vent
mas as mangas foram levantadas até os cotovelos, e também usava uma calça jeans. Mesmo longe podia ver suas feiçõ
escolh
lgum momento ela poderia me notar, mas to
a. Eloise passou alguns segundos olhando em minha direção, talvez p
ela. Eloise não riu, continuou com uma expressão séria
la me chamou.
anhos, mas, na verdade, eram de uma tonalidade, totalmente diferente. Parecia ser de um verde com uma mistura
s, e tive a impressã
nheço de algum lugar.
faculdade. - Ela cruzou
pois apontei - É a garota que semp
pre acompanhada de Charlie pelos corredores. Não havia mudado muito desde
zou os braços e se incli
seu braço - Agora esquece
, e até podia ver a nossa frente, várias pessoas que passea
o a ser seguido. E também sobre ser disciplinado. Eu admirava que ela também não carregasse um b
ngos, que chegavam a se entrelaçar e formar um arco, cobrindo totalmente o espaço. As folhas caiam sobre nossas cabeças,
do parque. Estava quase lá. Em minha mente, uma contagem regressi
se eu nunca t
aria ao m