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um pouco daquela tarefa por alguns minutos, para aproveitar um pouco do
enas o pensamento de voltar, fazia a minha cabeça girar. Havia tant
uer pensamento que pudesse me impedir de tomar alguma atitude. Eu tinha a confiança que aquele sentimento, uma hor
a mala que ainda estava aberta em cima da cama e a fechei. Dei mais uma olhada no quarto, as persia
apenas com as coisas úteis e necessárias do dia a dia. Talvez quando eu voltasse poderia tr
de antes foi dissipado. Atravessei a porta de vidro que dava acesso ao jardim. E como prometido, Edmund já
tendeu sua mão para pegar a mala
- Edmund indagou voltan
Soltei uma risada me ocupand
r atrás. O helicóptero já deixava o chão. Iria demorar algumas horas até chegar na grande cidade, e usar
*
at
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tive aqui, havia se passado um ano. Acabei partindo uma semana depois da formatura, e deixei t
cia, que os sonhos começaram a se realizar. Então por que tudo aquilo aconteceu? Nada oc
os preparad
nte como agora. E isso era o suficien
eixaria qualquer um sem fôlego, se fosse a primeira vez que a estivesse vendo de pe
umento. Bem a sua frente, uma fonte que jorrava água por uma estátua em forma de um querubim. Nas laterais o caminho de
or ela que e
peso em meu coração crescia, e um arrependimento batia. Pensei em como poderia fazer algo da minha vida, sem depender da aju
e de
encerado recentemente, e também tinha a ajuda do grande lustre que ficava bem acima no centro de tudo. Poucas coisas pareciam diferentes,
retorna - Uma voz soou e eu ergui meu olhar para a escada
m tom rosa, mas bem claro que se arrastava pelos degraus acima. Seus cabelos de cor de cobre, estavam um pouco mais c
ntive com minha irmã mais nova, com toda certeza el
uma careta e depois sorriu. - Porque n
r perguntar - Ela alcançou o último lance da es
a se casar. Eu não pretendia fazer isso, e
está - Bufei.
às c
ara apressar o que estava por vir. Chegando ao segundo andar, passei pelo longo corredor, hav
u sorriso fantástico no r
*
eu esperava - É isso? Não é como se eu pr
udo novamente. - Ela vai estar com você, e fiscalizar para que não se faça bobagens, e depois me
rei a cadeira par
orte de alguém. Talvez pelas cortinas marrons que quase sempre estavam fechadas e impe
e se eu não ace
dita, ganhava um pouco de força quando ele falava - Ao menos irá conseguir tra
i a cabeça. - Como o senhor quiser. Se assim você disse
Sorriu s
frente, e caminhei em direção à porta, mas parei para falar por cima do ombro - Ess
meu filho - Ele tentou forçar uma voz em
inda disse por cima do omb
do eu saí dali. A conversa pareceu durar uma eternidade, e o tudo era tão sufocante, e piorava a cada minuto
ser aceitar aquilo. Minhas mãos estavam atadas, e eu não iria conseguir dar um passo s
ria me trazer alguma felicidade e sentimento de paz naquela casa. D
e veio em minha direção. - Eu senti tanta
a aceitar aquilo,
esticaram para alcançar os meus ombros, o que pr
le decretou. - Coloquei meus braços ao redor dela em
mãos pelos meus braços. - Está fort
cores pastéis com algumas costuras que formam rosas nas barras das peças. Seu gosto para ro
o por alguém como aquele homem. Seu temperamento difícil e
Minha mãe falou e segurou em minha mão me puxando - Você está na
inuir a sua preocupação - Maioria das coisas
uinas, esperando que eu desse um único passo, e assim que o fizesse,
ar de algo que Andrew me disse há um tempo a
urrada de perguntas, das quais eu teria prazer e
mo se eu tivesse voltado no tempo, e parado bem na hora em que tudo na minha vida começou a desandar. E
es, que eu poderia reconhecer em qualquer lugar do mundo, como também o som de sua risad
que eu t
o que e
sso, até que eu estivesse
s quando não se tratava apenas de mim, se tratava dela t
r a minha antiga amiga, e agora estava no