uito... Onde você mora? Qual é o seu nome? - Pergunto pre
erder os sentidos desmaiando em m
ramba o que eu faço? - A encaro apreensivo
do a partida tomando a decisão de levá-la para o hospital, não sei onde ela mora
to estou estacionando na entrada de emergência do hospital, entro com ela no colo já pedindo ajuda e logo aparece um médico e uma enf
rostinho lindo que me parece tão familiar, no estacionamento não deu para ver direito pois estava escuro, mas quando en
co entrar na sala de espera e eu me levant
violentada? Eu posso vê-la? - Pergunto
lado... Como se chama rapaz...? Você disse que foi o namorado dela quem tentou violentá-la? V
lgumas coisas, e enquanto eu guardava as compras na mala do carro eu ouvi gritos de pedido de socorro, não pensei duas vezes e fui ajudar... Ela estava gritando, chorando muito, ela estava apavorada e eu ti
a caminho... O pai dela pediu para você esperar por ele, ele quer conversar com você, agradecer por salvar a filha dele... Bom, ela está no quar
a muito nervosa e assustada e vê-la desmaiar nos meus braços me deixou apavorado... Eu v
r uma mulher de uma agressão, só o que me interes
como essa garota consegue ser tão linda? Porque eu tenho
dade do quarto, me aproximo mais da cama sentindo o meu coração acelerar,
e sentindo? - Pergunto sem cons
o embora. - Ela se ajeita na cama e eu me aproximo um pouco mais admi
, já nos vimos antes...? Eu tenho a sensação de já te
upro a minutos atrás e já está me cantando?
mos antes... Seu olhar é muito familiar. - Me defendo embasbacado, encantad
a eles... Eu estou ferrada, se o meu pai não me matar ele vai me colocar de castigo pelo resto da vida. - Ela esf
uando isso aconteceu? Porque os seguranças não estavam com você Ana Clara? - Pergunta o homem abraçand
ou pensando, seria coincidência demais de
a me tirar da festa... Eu não esperava que ele fosse fazer isso comigo. - Explica começando
r nada abraça a filha, eu conheço essa mulher, ela é amig
ssurro constatando
preso me lembrando daquela cena terrível daquele cara tentan
essa que eu te fiz filha? - Pergunta ele em um tom manso mas sei que ele está
ceito tudo que você decidir... Me desculpa...? Por favor me desculpa? - Diz ent
olta de Ana Clara andando pelo quarto, até que nota a minha presença. - E você quem é? O que faz no quarto da minha fi
erer me bater ou me expulsar por isso Sr. Colliman? Não está se lembrando d
mpaixão, eu quero te dar uma recompensa por... - Diz ele esfregando as mão
também tenha compaixão de mim, só isso já me basta... Eu vou deixar vocês a sós, mas eu gostaria de recomendar mais cuidado com Ana Clara, o tal Joshua prometeu se vingar pe
alvar... Qual é o seu nome? - Pergunta Ana
Mirella Bettencourt. - Encaro fixamente os olhos surpresos de Ana
a sussurra deixand
com ela mas, eu não sabia que você estava na cidade. - A Sra. Col
rque agora eu preciso ir atrás daquele delinquente que a minha filha escolheu como namorado... Eu vou pagar a conta do hospital e pedi ao Kenay para levá-l
ua atenção ao pai. - Não precisa dizer que me avisou papai, você tinha razão e eu peço desculpas por não ouvir os seus conselhos... Mas agora
acontecido foi muito bom revê-los... Tenham uma boa no
com você...? Eu gostaria muito de rever a sua mãe. - Pergunta novame
ir passar uns dias comigo logo... Eu digo a eles que os vi. - Divido a minha atenção e
certo...? Está estudando o quê rapaz? - Pergunta o Sr. Col
esa junto com ele e eu quero dar esse orgulho ao meu coroa, ele merece. - Conto todo
orgulhoso de você rapaz. - Sr. Colliman me encara surpreso
s, vou deixar vocês irem descansar... Espero que você fique bem Clara. - Mais uma vez me despeço para
do de estar aqui, então vá para casa descansar mas amanhã eu quero que você vá jantar lá em casa, está bem...? Você está trabalhando no tempo livre da faculdade? A p
ento, ele me dá alguns conselhos sobre a faculdade e a carreira que eu pretendo
azer, não quero ficar dependendo apenas do dinheiro dos meus pais, então eu precis
ara mim amanhã no meu escritório os seus documentos, currículo e tudo que você tiver, você será admitido imediatamente... Essa será a minha forma de te agradecer pelo que v
com a sua... Vou deixar que o senhor mesmo dê essa notícia ao meu pai, ele vai ficar muito feliz por isso mas
me agradeça ainda Gabriel, eu quero ver o seu desempenho na prática... Bom, agora eu preciso levar a minha filha para casa
a boa noite. - Confirmo a minha presença na
ão estou acreditando que era a Ana Clara naquele carro quase sendo violentada pelo namorad
ssos pais, no primeiro instante em que a vi eu me encantei por aquela loirinha marretinha e ela parecia ter gostado de me conhecer, eu percebi o ciúmes do pai dela em
meaça a mim, mas sim a ela, o ciúmes da filha era tão grande que ele ameaçou interná-la em um reformatório e eu não queria me sentir culpado por isso, então mesmo sofrendo por perder o contato com ela eu me afastei, mas eu nunca
a imagem dela sendo atacada por aquele covarde, ainda não consigo acreditar que era a minha Clarinha na
r aqui, mas acho que isso não vai rolar, quando terminar os meus estudos pretendo voltar para o Brasil e fazer o que o meu pai tanto quer, não faço isso só po
loirinha linda na qual senti tanta saudade. Será que em algum momento ela sentiu saudades de conversar comigo? Será que ela sentiu a mesma angústia que eu ao sermos proibidos de nos falarmos? Não vou
também e isso fez eu me sentir mal, eu a salvei do próprio namorado e depois de descobrir quem eu era, pensei que pe
dos e ela não aceitou que eu viesse estudar fora, obviamente tivemos que terminar o nosso namoro mesmo eu não querendo isso
lliman, meu pai e meu avô falam muito dele, eles até estão pensando em trazer uma filial da nossa empresa para Chicago, e pelas conversas que ouviu, Ch
para Chicago e em um ano estarei formado, pronto