ia ir,
o consegui estudar. Francis que fez
sta diabinha sempre foi boa
me ela de diabinha
s a chamav
ancis. – observei, r
. – Às vezes eu mentia que Francis não estava e
ê foi tão má
m do mais, era um pouco p
o, filho
ua mãe também é possessiva c
a risco então passou a me amar. – mudei
dois. No fim, achei que vocês ficariam juntos mais cedo
vre, Irina.
cima de qualquer garota,
a adega organizada e peg
neto, Virgínia
ancis tome jeito e pare de correr atrás de todas as garo
achado a pessoa
nia? – Irina pe
thy eu juro que vou
co? – Irina
– res
boa garota
a. Ela tent
começo
, Virgínia. E voc
ho? – ele
m. A
a taça e me
do em Dothy? – Irina o
ele fal
Eu teria que fazer alguma coisa pra impedir. Nem que tivesse que re
irgínia? – Ir
a perdido parte de alguma conversa entre el
e deu-me um beijo
dela está fervilhando de ódio de Dothy e ela está pensando em ar
ei calada. Como ele sabia? Agora
, indo direto a
ulhoso de v
igado
vam uns com os outros. E na maioria das vezes até comigo, que nem da família era. Agindo bem diferente da
um beijo no rosto, como o meu. Será que todo casamento era fracassado depoi
e um pouco receosa de servir sopa para a comemoração, eu gostei. Haviam vários comple
os o jantar,
sa é por mi
a possa comer. – Fra
de aproveitar sim, tanto quan
a rua. Vamos ter que ir
Quando chegamos lá, Maurício abriu a porta
– Seu primeiro carro. Vai precisar ago
rava isso. – ele ficou
faculdade. Fiquei muito feliz por ele... E por mim, pois
o. Dele, na verdade. Mas como fazíamo
nós dois ali. Ele parou ao lado do carro e abriu os
s um carro
u a chav
e vam
me movimentei ai
me d
é magra,
recl
o. Ou sua mãe mandou colocar mais al
el. Olhei-o, sentindo um frio na mi
alou, arrependido, me olha
cabei com nosso estoque para os filmes. E..
rtamente qui
cha que com
e roupa. Vamos est
ndo de mau arru
ha cheiro de novo. Os bancos eram de couro e o espaço interno era bom. Fui até o b
pa e já busco você. Me espera na fr
le desligou o telefone e veio até mim, pelo lado de
ter um compr
– pergunt
– ele a
ixar por el
eu tinha que encontrar alguém e m
ão
para ninguém que e
está insinu
deu um giro com o corpo, com
e bati a po
ai? Pode ir j
ra trás
junto de Dothy pode me internar,
você está se
ocê c
ê é, que não fica feliz
liz com suas vit
as costas e voltei para casa. Não seria eu que impediria ele de ser feliz, mes
sa, passei reto pela s
merece um beijo?
i um beijo
o está boa. – el
s logo se resol
a não entrou no vestid
r favor,
dá depressão mesmo. Ficar inchad
to da minha família junto, no mesmo cômodo, e olhando tele
deitei. Já estava noite, mas não era tarde. Virei
e todos foram dormir. Fui até a janela
te com Dothy? Num Motel ou
o pátio da casa dele. Peguei a chave debaixo do
to dele. Liguei a luz e a cama
perando-o voltar. Mas pior ainda era ficar na minha casa, le
as palavras, nunca medindo o peso que elas tinham e o que poderiam causar nas pessoas. Eu ouvia aquilo desde que criei
não teria ninguém para compartilhar ma
um dos homens com os quais eu tive o prazer de ter umas boas fodas. Mas logo eles não deram certo, o que sem
qualquer outra garota, que nã
o sono, ainda fu
olhos e me espreguicei. O sol batia em parte da cama e
O vidro do box estava embaçado e eu não conseguia vê-lo, só ouvi-lo, ju
no carro o
m salto,
matar do c
uma pe
o no vidro e eu
cobrando o marido que
que passou a
mão na cintura e pe
isso... Porque e
e baixo, que deixava a sua bunda a m
real. – brade
ue você est
o ciúme de vo
Dothy que v
. – admiti. – Não qu
do seu pênis à mostra, na parte do box que ele hav
entando não ficar fixa para
unca viu um pa
ue porra é esta? Eu não queria olhar, mas
ou o chuveiro, se enrolou n
rmir na minha cas
i com a
isso vai para
que se importa co