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Capítulo 4 Máscaras Caídas

Palavras: 1288    |    Lançado em: 01/04/2025

en

eito, até que o portão principal da mansão se abre, e por ele entra o meu neném, fazen

tenho os pensamentos mais pervertidos deste universo, ouço um

se a dona desta casa, logo depois do acidente da dona Carmen? Responda, menina! -

não estou sabendo de nada. O que houve desta vez? Ela perdeu o horário no cabeleireiro? Ou foi à clínica de estética para fazer recauchutagem? - respondo sarcásti

osa quanto a dona Carmen? Ela sofreu uma queda e está desacordad

e volta e me faço

avor, me deixe em paz pelo menos no dia do meu aniversário.

para você, que sequer faz parte desta família. Até hoje não

s a senhora, não. Sempre preferiu minhas irmãs a mim. Sempre ofereceu o que era melhor a elas primeiro, e eu sempre tive que me contentar com as migalhas. Nem mesmo

a vida, nossa condição financeira e sempre quis mais e mais. Por esse motivo, trouxe você para a cidade e deixei suas irmãs

perco a paciência

lta! - grito, tentando me desvencilhar dela. - A senhora pensa que ainda sou aquela menina ingînua e boboca do interior que fazia tudo o que os

ei com esse tratamento que o senhor Vicente te deu e até hoje não compreendo o porquê de todo esse cuidado com você. Mas fui contrariada por todos quando dizia isso, pelo

tem o dever de me tratar como mereço por ter o meu sangue, mas, em vez disso, tenta a todo custo

ngînua que brincava no campo, que colhia amoras, flores e sorria inocentemente ao olhar os pássaros. Essa

lma e Margarida, que ainda têm a pureza nos olhos. Infelizmente, para mim, isso não existe mais. A vida é dura, mamãe, e ela me tornou e me obrigou a ser q

uma interesseira, uma descarada capaz de tudo para conseguir seus objet

mim, não me ofenderia dessa maneira e muito menos me acusaria de infâmias como essas. Logo eu, mamãe, que sempre quis ajudar os mais necessitados. Seu Vicente, dona

o se insinua para Jorge? Pensa que sou cega, que não vi como Alice saiu desta casa aos prantos enquanto Jorge ainda tentava se recompor com as

enho culpa de ser como sou, mamãe. Por acaso, somos culpados por Deus oferece

meu óculos cair no chão, além do meu coque se soltar, fazendo meus cabelos

seu pulso, encarando-a no fundo de seus olhos castanhos, que estão com as pupilas dilatadas diante da minha reação. - N

atar? - com lágrimas nos olhos, ela faz a mesma

e a senhora terá sua resposta... MAMÃE! - falo, soltando seu br

-

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