A
s olhos de Talia se lançaram para mim, as sobrancelhas escuras arqueando-se em uma pergunta silenciosa. Ela sempre tentou agir como se ela fosse cr
respostas; Papai olhou fixamente para baixo em seu iPhone, mas a tela permaneceu apagada. Tudo o que ele estava esperando e esperando, não estava acontecendo. Seus os dedos tamborilando em um ritmo ir
amãe. Ela passou duas horas na cozinha preparando a nossa comida de domingo. Em to
e eu. Uma inquietação embrulhou a boca do meu estômago. Eu nunca tinha visto ele assim. Papai era calmo e anal
sse antes de seu olhar voltar diret
. Pai gostava de comer, e ele nunca deix
ce de lançar outro olhar interrogativo para mamãe porque ele se atirou a seus pés. Sua cadeira tombou e caiu no chão de madeir
do, o
im. Meus olhos dispararam para a porta, dividida entre correr atrás de nossos pais para descobrir o que estava acontecendo ou seguir as regras. Nós não devíamos levantar da mesa de jantar sem
vida bem normal apesar de tudo. Mesmo se você se fizesse de cego para a verdade, às vezes ela lhe batia na cara, sem convite. Mas até agora Papai tinha tentado manter a ilusão de normalidade ao nosso redor. Não tinha sido exatamente difícil para ele porque, até alguns meses, Talia e eu estávamos ambas em um internato e só íamos para casa nos fins de semana e durante as férias de verão. E logo eu
olhou em nossa direção. - Quando você vai estar aqui? - Pai assobiou ao telefone.
mas falhando miseravelmente. - Talia, Cara, por favor, arrumem a mala.
-se um pil
guntou Talia com esperança e inge
bo. Não hoje. - Não seja ridícula, Talia, - ele explodiu. El
uros? - Pergunt
ocê. Tudo que vocês precisam saber agora é que não t
antar. Desta vez, todas as três de nós o seguiu para o hall de entrada da casa. Papai abriu a porta e vários h
no escuro - ou em qualquer outro lugar. Eles eram o tipo
protetora em volta do meu peito. Se papai tinha os
a escovava os meus quando ela se moveu um pouco mais perto. Eu gostaria de poder dar-lhe o
russos. Meu pai trabalhava para a Camorra, e não era segredo que os russos eram inimigos. Não era cometer traição por ter aqueles homens dentro de nossa casa? Minha cabeça estava girando, mas eu gu
a Nova York? E o que ele fez que ele necessitasse dos russos para protegê-lo? Ele raramente falava sobre o negócio em n
em seguida, deu um aceno rápido. - Isso não será
s ainda estão fazendo aqui? Eu lhes d
tavam falando entre si. Papai parecia confiar neles, ou pelo menos confiava que eles queriam o resto do dinheiro o suficiente para chegar a Nova York. Isso me assust
u. - Onde voc
scuto umas coisas aqui e
difícil. Eu não vou pa
he perguntar sobre isso quando um estrondo soou no
pilha de roupas descartadas no chão e eu usei para me esconder ainda mais. Eu ainda podia ver a maior parte da sala através da fenda na porta, mas apenas com a luz fraca do corredor, era difícil fazer muito. Eu quase não tive tempo de me abaixar antes da porta se abrir. Alguém cambaleo
. Houve uma pequena luta. O russo puxou uma faca, mas nunca chegou a usá-la. O outro homem o agarrou pelo pescoço e torceu. Eu engasguei um suspiro enquanto o russo caiu, colidiu com a porta de modo que ela abrisse, e acabou caindo
, é c