dentro do porão escuro
um pai. Algo na escuridão o atrai, ele pensa na menina que o fez se aproximar
que o fazia querer o
vezes por dia, nem sabe porque tem de usar aquele colar todo o tempo! Mas miguel não perde muito tempo pensando nessas coisas, ele está mais interessado em atrair o morcego que pair
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vou até próximo do altar dentro da grande igreja do convento, juntos os dois rezaram o terço, o menino se sentiu reconfortado com a repetição das orações que ele sabe desde criança, mas o ponto al
vento na Itália. Ele sonha com quando puder ir sozin
e Miguel teve consciência que pela primeira vez o homem
santos que ele sabia, o menino não sabe como chegou a essa conclusão, mas um
ns eles comem o bolo compartil
ças do orfanato gerido pelas freiras no local, o menino não entende porque não pode
mãs chega de sopetão e chama irmã Dulce. A bondosa freira sai por um instante para atender
Bem educado por ambos, Miguel não questiona o encerramento de sua pequena fest
ele à ajuda a recolher a pequena bagunça e a freira jovem de pouco mais
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a, Miguel não consegue dormir! Algo o
nger, olhando pela claraboia do pequeno quarto que ocupa, Miguel vê
uando o rosto antes escondido olhando para o chão
na de alguns anos atrás. Agora já mai
dois se cruza, mas a meni
não vem! A sensação incômoda agora m
virando na cama, quando derrepente uma lev
escuro, e o padre somente acende a luz q
eu adiei, agora não é mais possível! Ele fala enquanto o me
e o celibato não me permitiu ter! Mas é chegada a hora d
ando acontecem, a luz acesa começa a piscar e o quarto fechado é mexido por um vento, isso já acontec
inda onde a família de irmã Dulce se encaixava em tudo, talvez tenham sido somente um veículo pra levar a mensagem clara, que eles sabiam da existência de Miguel, que mais dia menos dia viriam pegá-lo, não para tê-lo pra si! Mas somente para destruí-lo. Padre Carras faz o sinal da cruz tentando afastar o medo, apesar de saber qu
lha, em um esforço de corage