img A Rosa Proibida do Don  /  Capítulo 1 Sombras no salão | 3.57%
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A Rosa Proibida do Don

A Rosa Proibida do Don

Autor: Ramad Lady
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Capítulo 1 Sombras no salão

Palavras: 1287    |    Lançado em: 24/01/2025

igo no tijolo aparente, e na madeira gasta do c

me amadeirado dos móveis envelhecidos e, ao fund

am cheias de gente - alguns conversavam baixo, o

ar e expirar enquanto fitando as pessoas e ten

efletores, à espera da dançarina que transform

as de madeira rústica. A penumbra tornava o amb

tempo parecia desacelerar; a mús

luzes desenhavam sombras douradas sobre sua pele morena, realça

promessa não feita, desciam em ondas leves pe

ase provocador - o arrastar suave dos pés, o balançar natural do

nto as mãos traçavam gestos fluidos pelo ar,

a dança explodiu. Sua saia rodopiava como uma

va - uma força além da beleza ex

do corpo, uma sensualidade crua

no ar, Sophia parou, com o peito

rrepio rastejou por sua pele ao notar homens ao canto do salão.

letores, mas ela forçou um sorriso ao cruzar o olh

ndo um cliente comum cruzou seu olhar - era di

- altos, intensos, mas incapazes de capturar o que

stantes. A cada passo, a tensão da dança dissipava

forço. O frio da preocupação se in

uanto os ombros voltavam a pesar e a realidade,

sorriso fácil e jeito descontraíd

pirou. - Eu sei

carregava uma

a graça de quem sempre soube dançar, mesmo que

urados sob a luz quente do restaurante, sempre

amava atenção sem esforço, e gosto impecável par

- A moça o olhou com certa dece

to animado. - Não quero essa carinha de quem ac

gestos, mas, detrás de seu humor afiado, Álv

vras - talvez porque ambos soubessem o que er

oça acabou se rendendo por um

ão da área dos funcionários, onde cuidou de deixa

ado, fazendo-o assentir, e tomou o uniforme pa

rupla... o necessário para ela tentar diminuir

ou herdando uma grande dívida do falecido pai -

ue ela já temia, recostado na porta fechada enqu

A moça abai

já estreme

Saiu antes da dança acabar. - Seg

entalmente enquanto o olhar já lacrimejava. Tento

ppe... Ver se ele me consegue um

cha que eu

dam fazendo quando o restaurante fecha... acha

e falar assim..

seu... - Ela

e... Digo que é para garantir a continuidade da v

humilha! - Ela

ndo os olhos da moça e a abraçando. - Precisa se a

que eu vá. -

lançou um olhar travesso, como quem sugeria uma id

ou a sobranc

quê? Meu

coisa... e m

o indignação, mas seu riso nervos

é! - Ele

para segurar as mãos da amiga,

inho... - Álvaro falou. - Tenho certeza que ele v

hia: ele teria certa dificuldade e provavelmente n

almada, Sophia

da como garçonete. A guitarra ainda tocava,

sozinho à mesa do canto, de ter

como quem não precisa se impor para ser temido. O

o, mas deu o p

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