TO
untei em Língua de Sinais à minha irmã mais nov
os na porta da escola brigando com todos que mexiam com ela. Eu e meus irmão
ito apegados a ela. Quando ela entrou para a universidade, pens
ser igual à última univers
om nós quatro. Não importa se for homem ou mulher
. Só não me troque de universidade de novo, eu quero concluir m
guém mais vai te ferir e
ogo! - el
um pouco, e descemos. Meus irmãos já estavam no carro, meu irmão gêmeo Adrian e seus
NI
ela precisa, An?
está animada! - Antonni abriu a p
ram mais cruéis do que no colégio. - Falei nervoso. Nem gosto de lem
Quem fizer nossa irmãzinha sofrer
ai ficar bem, irmã. - Fal
isso, conhecer os idiotas que vão
isso, Angel. Confia em seu
riel, que era o motorista de
A ED
re dava aquele nervosismo no dia de prova. Ainda mais para mim, que tinha uma média de
l, e ainda ter que me inscrever nos programas do governo para uma bol
com a prova? - pergunto
Eu estudei bastant
cia tão linda. - ele disse, tocando
bo, Fabinho! - fa
m chocolate, nerd linda! - ele me estend
o te amo,
stino é casar comigo, nerd
sonh
ha. - Ele falou e, quando foi correr, esbarrou em alguém. - Está
grosso, Fabinh
ota? - ele falou bravo. A menina g
só que na língua de sinais!
tava nessa universidade! - e
Falei em sinais com a menina, que estava bem assustada. Ajude
ua de sinais, isso é ra
então eu aprendi desde criança
alou e quase me beijou. Eu desviei. - Foge o quanto quiser, gatinha,
ova aqui, não é?
u perdida, estou cu
s. Eu sou a Maria Eduarda Fernand
- Ela se apresentou,
tava acostumada, e logo m
nojenta e metida, parou em frente à nova aluna e ficou encarando Angel. Amanda parecia que ti
- ela falou irritada. A menina olhou
gar fixo. Quem chega primeiro, se
ue ela enchia o saco de todos que não gostava, e nin
tenho um lugar sim, e é onde esse se
ar e sair. Eu a segurei. - Senta aqui! - Dei meu lugar para
enina agora que você a defendeu, ten
atuito por mim. Nunca fiz
r. Menina insuportável, n
u na boca. Ele tinha mania de fazer isso, coisa
, ou eu vou te socar
va. Você sabe disso. - Ele fal
! - res
te da mochila e col
ocê, mar
autorizo a me beijar. Se fizer de novo, v
bri, era um celular de
ê tem nas mãos e salva meu co
so aceitar isso. - Fal
ninos que tinham o costume de me dar
lou, sério. - Na boa, seu celular é u
a namorada só porque me dá p
neve ruiva, é só u
melhores, mas funcionava e isso era o que importava. Teria que
da. - Eu beijei o