nj
demais. Então, fomos para o estacionamento e depois seguimos até a lanchonete dele. Claro que notei alguns carros por perto e, ao ver a lanchonete fechada, tive certeza de que algo muito errado est
rmã, e olhei diretamente nos olhos da Sarah, que imediatamente entendeu o meu olhar e retirou a Ayla dali. Sabemos exatamente o que está acontecendo. Esperei alguns segu
vo em cheio. Depois, lancei mais algumas shurikens, fazendo com que os outros fossem atingidos e me dando tempo de retirar o velho assustado daquele lugar. Assim que saí, encontrei a minha irmã com a arma em punho,
inho em direção ao carro, vejo um dos homens tentando abrir a porta e, mesmo apoiando o velhote, dou uma parada momentânea e jogo mais uma kunai, que o atinge na perna. Ele segura o grito e, em seguida, aparece mais um brutamontes partindo com tudo para cima da Sarah.
ais sozinha... ENTENDEU BEM O MEU RECADO?" Ela dá mais um tiro, deixando muito claro que não estamos aqui para brincadeira. Logo em seguida, pisa em cima da perna, sem a menor dó, e ri enquanto vai puxando a minha kunai e girando ao me
y
gora posso afirmar que estou totalmente apavorada. Quando vi um homem tentando abrir a qualquer custo a porta do carro, entrei em pânico e ouvi mais tiros. Perdi completamente o chão e senti meu corpo tremer descontroladamente. É como se estivesse revivendo algum momento em minha vida; o som dos tiro
Vou levá-lo na casa de um amigo pra cuidar
e ele precisa deixar tudo pronto para a emergência. Assim
ecendo aqui, Benjamin? Pergunto
assim? Ele não merecia
olhar com carinh
ocupar com este velho aqui. Você é muito importante, menina; você me dá
e não soltarei a sua mão. O senhor é como um avô para mim, eu gosto muito de vo
falta muito? - p
não deixe ele dormir, ok? Ele precisa estar acorda
disse? - Benjamin pergunta
tudo em ordem e aguar
icando pálido. - falo
nj
ocidade e, dez minutos depois, adentramos a cas
le está quase morto. Por que fizeram isso? - Dani
eciso que você o ajude. É uma longa história e, com c
soa. Por favor, meu amigo, mantenha-os em segurança - falo, olhando-o
pela psicóloga Shirley e pelo médico Eduardo que a
m quê podemos ajudá-lo? - p
so, mas este é um caso diferente e acredito que os dois já sabem disso, certo? Pois ent
nte o que você quer
caso dela? Percebo que os dois se olham
memória está voltando. Sei disso porque ela tem uma cicatriz na cabeça; acredito que a pancada foi forte o suficiente para fazê-la perd
mente é. Eles forjaram um passado para ela e mudaram sua id
a em algum acidente, mas ela não era um bebê, como dizem os registros. Ela tem lembranças que estão vindo a cada dia
rando a memória? -pergunto, controla
, ela não sentiu medo, mas paz. Na verdade, isso são sinais de qu
um pedido, se for possível, no caso, para a própria segurança da nossa Ayla
o possível para garant
ado, d
lágrimas. Fico, de certa forma, perdido com a reação dela. Com ela entre os meus braços, olho para minha irmã, que apenas dá de ombros. Levo-a até o sofá e sento ao seu lado, acariciand
melhores médicos que eu conheço. Eu confio nele de olhos fechados, então não se preocupe. Ele ficará aqui o t
o sei como fazer. Não podemos explicar nada a ela; espero que não aperte a Sarah por explicações... Deixo-as ali na sala e vou até o mini hospital do
elhote está? - pergunto, tend
iram, mas, se fosse mais um pouco, este homem estaria morto. Afinal, quem é el
esistiu o máximo que pôde e só disse que ela tinha sido levada para o hospital e não estava indo trabalhar. Ouvi
ui entender. Aliás, viram você trazê-lo aqui pra minha c
Porra, não entendo o porquê dele proteger tanto a Ayla. Ele estava a ponto de morrer; mesmo assim, vi que ele jamais di
acordar para ver se ele vai abrir a boca; acho qu
o jaleco ridículo dele às pressas. Ele me olha e me pede para trazer as meninas o mais rápido possível. Assim que as meninas chegam e entram na sala, vejo ele ape
migo... Afirmo, vendo o sorriso lad
os fazer aquilo para o que fomos treinados? - Danilo
uiser, estão toda
amos estar prontos. Assim, nos posicionamos, cada um em um lugar estratégico. Pelas câmeras, vimos vários carros invadindo a entrada e, conforme foram descendo, foram recebidos a tiros
ue eu não queria ouvir, falando: "Precisamos encontrar o velhote. Fiquem atentos, que aqui todos são treinados. Estamos lidando com especialistas, só gente grande. Entenderam?" Logo, outros homens começaram a invadir e a troca de tiros dentro da casa começou. Estou posicionado perto da escada, mas protegido por um