e ciano que compunham o céu ao longo do horizonte. Para uns a estação tinha
s heléboros, uma vez que era apaixonada pela jardinagem. Com toda sua ansiedade, nem chegou a tomar o chá que
lgumas pedras. Os seus joelhos afundaram no gramado úmido, grudando um pouco de lama ali, mas Katherine não
a maciez e a delicadeza na ponta de seus dedos, que até fez com que
poso? - Leatrice perguntou e pousou sua mão direita sobre o o
ço - Katherine disse olhando para sua irmã por
irmã retorceu o lábio, tentando lembr
te da sua irmã. A jovem à frente, balançou sua cabeça fazendo com que os fios acobreados, pa
arrastando-a para outro canto do jardim e fazendo-a se sentar em um d
rine cruzou seus braços abaixo de seu peito - E se eu o vi alguma vez e não me lemb
mãos à boca para conter o ri
assim - Ela gesticulou no ar e in
trice tentou falar, mas
enhor Thornfield desista de mim - Ela disse e s
ocal sujo pela lama. Dando algumas batidinhas na parte de sua perna, para depois estend
*
in
braços na parte de trás da cadeira - Meu pai nem quis me ouvir so
rma - Amélia lembrou - E
ábios, lembrando o que
e apaixonou, e independente de sua família e posses, estava com ela e seu pai apenas teve que aceitar
seu temperamento forte, ele nunca conseguia esconder o quanto ficava feliz quan
mem. Talvez ele corresse por léguas para distante dela, e apenas com esse pensamento, uma peq
tempo - Amélia disse, segurando firme a escova contra o peit
para seus sapatos brilhantes - Nem em mil anos poderia sequ
e lembrar de sua irmã mais nova, apegada a livros de romance, sonhando com uma
jovem não s
corpo e manteve uma expressão séria, encarando a jov
vai casar - Ela afirmou -
sou um bom tempo quieta e pensativa, enquanto a outra fazia tranças na
ndo um vestido em mãos. O sorriso no rosto da matriarca e os pequenos rodopios
do que lembrava o céu à meia-noite, com adornos brilhantes. Suspeita
seus cabelos e olhos - Meredith disse segurando o vestido à fr
, sen
mãe e a senhora que a acompanhava. As duas tentavam ajustar a peça de roupa interna no co
tando um broche na parte de trás, fazend
vel. Seus cabelos em longos cachos caiam sobre os ombros e pequenas mechas que pulava para a parte d
eu reflexo exposto ali, lhe agradava, mas não a deixava feliz. Ela levou sua
e e beliscou sua bochecha de forma s
herine sorriu com o elogio - Ago
sou para a outra senhora - Quando seu n
spelho, Katherine tentava pensar em algo rápido, ela tivera uma ideia mais cedo, e só p
la, para ter a visão do grande jardim lá embaixo. E como havia imaginado
té a porta do quarto, abrindo-a tentando não fazer muito barulho. O corredor estava vaz
se estendia pelo corredor abafava seus passos, ela agradeceu menta
ategicamente ao lado da janela, ela desviava, pois de vez em quando a
eu pai faziam o carregamento de algumas caixas para o escritório, que só imaginava que
essou o grande salão, segurando firme a barra do vestido. À esquerda do recinto havia uma grande entrada
direção ao gramado, e o pisava
tom marrom pela lama e logo depois soltava a barra de seu vestido e
va próxima ao balanço onde gostava de passar suas tardes. Agora pulando dentro dela, os
do de um mausoléu, não fosse tão atraente e sequer iria levar adiante o casamento com alguém assim. O
o fixamente, e sua mãe que surgia logo atrás com a boca aberta e olhos
eatrice e agarrou os braços de sua outra filha. - Por Deus, se
mas flores, e tropecei n
es com você assim? - A mat
ta no casarão - s
ouvir a voz de seu pai e a de mais dois homens que o acompanhavam. Ela quase chutou o
que quase caia sobre os olhos, que lembrava o céu azul, em uma noite fria, e sim gélidos. Seu queixo qua
eu contra o corpo de sua mãe, que atraiu o olhar de seu pai e do
você? - Seu pai perguntou, mas ela
se adiantou - Katherine so
tro senhor indagou vi
homem que se manteve quieto, a estudando. Após um breve momento ele levou a mão para o rosto e riu
agarrou o braço da filha - Vou levar
não estava completamente vencida, ainda tinha tempo para fazer T