Sarah conheceu o amor da sua vida quando ainda era uma criança. Sonhou com aquele garoto por todos os anos que esteve no internato. Mas jamais imaginou encontrá-lo exatamente no mesmo lugar, o trem azul, na viagem de volta para casa. Muito menos que ele estaria empregado como capataz e o homem de confiança de seu pai na Fazenda Mackerson. Ela estava completamente apaixonada. E embora João Mackerson gostasse de Tristan como seu melhor empregado, jamais aceitaria o relacionamento deles não só pela diferença social e financeira que existia entre eles... Mas também por todo o preconceito que falava mais alto que qualquer coisa naquela fazenda, principalmente por sua família. Um amor que sobreviveu ao tempo e a própria morte. Uma mulher capaz de tudo para encontrar a paz ao vingar o passado, olho por olho, sangue por sangue. Até onde você iria em busca de uma reparação terrível do passado?
Esta é uma obra fictícia, inspirada na música "Seguindo no trem azul", interpretada pela banda Roupa Nova.
- Natasha, o chefe está chamando você. – avisou Norton.
- O que ele quer? – perguntou ela um pouco curiosa, levantando a cabeça, interrompendo sua leitura.
- Nem imagino. – disse ele. – Mas vá logo e depois me conte. – pediu piscando um olho.
Natasha foi até a sala do Diretor e bateu na porta.
- Pode entrar. – ouviu a voz do outro lado da porta.
- Bom dia! – cumprimentou ela.
- Olá, Natasha! Sente-se.
Natasha sentou-se à vontade na cadeira macia em frente à mesa dele.
- Pois bem, Natasha, acho que tenho aqui uma matéria bem importante para você. Talvez seja a chance que você esperava.
- Sério? – perguntou ela arqueando-se para frente na cadeira, bem interessada.
- Sim.
- Fale logo. – pediu ela excitada, mal esperando o que ele diria.
- Deixei para você fazer a matéria sobre a última viagem do trem azul.
- Como? – perguntou ela incrédula.
- Isso mesmo. – falou ele animado.
- Mas esta não é a chance que eu estava esperando... esta matéria não vai me auxiliar em nada.
-Como não? Este trem é o ganha pão de muitas pessoas, menina!
- E no que isto me ajuda, Jonas? Sabe que este trem não tem mais importância alguma. Qual a importância para as pessoas de um trem que no ano 2000 vai parar de funcionar? Ele está desde 1911 circulando... quase um século que este ferro velho liga os dois estados. Sejamos sensatos: o fato de ele parar de circular não vai mudar em nada a vida das pessoas. Quase ninguém mais o utiliza hoje em dia.
- Natasha, você é uma jornalista. Trabalha para este jornal e precisa cobrir qualquer reportagem que a chefia achar importante. Sabemos que nem sempre a história é importante... às vezes é preciso mexer um pouco nela para ficar mais interessante. – ele falava com jeito doce, tentando não magoá-la.
- Jonas, olha bem pra mim! Estudamos juntos toda a faculdade e hoje você é meu chefe e eu não consigo sair do lugar porque parece que não me dá oportunidades. Me sinto engessada. Ninguém liga a mínima para minha coluna. Às vezes até acho que estou trabalhando no Jornal Expresso só pra escrever coisas que ninguém lê pra uma coluna que o dono do jornal insiste em não querer extinguir.
- Tente conseguir uma boa história, Natasha. É preciso impressionar seus leitores!
- Por favor, não quero fazer esta matéria. Não acho que me acrescentará em nada: nem pessoal nem profissionalmente.
- Natasha, preciso de alguém na última viagem do trem azul. Você é a única aqui que tem tempo livre e que escreve somente para uma coluna. Além do mais sempre me pede que quando tiver algo diferente lembrar de você. Estou certo de que estou lhe dando uma chance sim. Se não vê desta forma então entenda como um pedido especial. Quero você lá.
- Nossa, vou enterrar o que resta da minha quase carreira. O que eu posso encontrar de interessante lá? – falou ela quase que para si mesma.
- Quero qualquer coisa, Natasha, mas precisamos estar lá na última viagem do trem azul. Sei que algumas pessoas ainda insistem em utilizá-lo, mesmo podendo fazer a viagem de forma muito mais rápida por outros meios de transporte. Tem a questão de que algumas pessoas ficarão desempregadas. Sei também que já houve uma vez que estiveram prestes a tirar ele de circulação mas alguém deu dinheiro para os governos para mantê-lo nos trilhos. Atualmente os dois governadores insistem em "aposentar" o velho trem e fazer uma nova rodovia que ligue os dois estados. Pensam até em criar um roteiro turístico para este caminho.
- Insisto que a matéria é irrelevante para publicarmos. Ninguém se interessa por este trem.
- É o que tenho para você, Natasha. – disse ele organizando uns papéis e se levantando.
Ela entendeu que a conversa estava encerrada para ele.
- Fico pensando o que eu poderia escrever sobre este trem que vá interessar alguém. Minha primeira matéria fora da coluna e me resta isso!
- Se for preciso invente uma história para interessar. Quero algo na minha mesa em 3 dias.
- Três dias? – perguntou ela preocupada.
- Precisa ser rápida! O trem parte as 10 horas da noite para Tulipa. A viagem dura um pouco mais de 24 horas para ir... mais o tempo de volta. Pensa que este trem já foi o mais importante do país na época em que começou a circular.
- Inacreditável! 24 horas dentro de um trem velho e desconfortável. Não acredito que vou fazer isso! – lamentou ela levantando da confortável cadeira.
- Natasha, um bom jornalista é bom em qualquer situação. Não importa sobre o que ele vai escrever. Se você tiver talento, e eu sei que você tem, tocará as pessoas em qualquer circunstância.
- Jonas, como você conseguiu fazer tanto sucesso? – perguntou ela curiosa para o homem que um dia tinha sido seu namorado num passado não tão distante.
- Sempre escrevi com o coração, Natasha. Você sabe que sempre amei escrever, pesquisar, investigar. Confesso que algumas situações eu nem fui tão verídico como deveria.
- Talvez eu deveria ter ido para esta linha que você seguiu... cobrir página policial. Acho que as pessoas gostam mais de saber sobre isso: pessoas que morreram ou foram tragicamente feridas.
- Você não conseguiria! Acabei indo para esta área, mas não pense que gosto. Estou sempre correndo atrás de notícia triste. Claro que acabei acostumando. Mas o fato de estar convivendo sempre com a morte não me deixa bem. Você ainda tem oportunidade... está iniciando Natasha. Pode optar por escrever sobre a vida... Não passe sua vida escrevendo sobre a morte. Ainda pode escolher e escolha o amor e não a dor. Se quiser ser mais feliz, é isso que precisa fazer.
- Me impressiona ouvir isso de você, o melhor aluno da faculdade. Se eu quisesse escrever romances eu seria escritora e não jornalista. Tenho um compromisso com a verdade para com os leitores do Jornal Expresso.
- Te digo que há quem não goste de ler verdades.
- Hum... está tentando me convencer a inventar uma história interessante?
- Nossa, como você é difícil. Não estou tentando convencê-la de nada. Estou dando um conselho, só isso. Sobre vida pessoal eu acho! Agora preciso que vá, tenho muitas coisas para fazer ainda. Compre sua passagem e faça a última viagem do trem azul.
-Bem, será a última do trem e a minha primeira. – confessou ela.
- Nunca andou no trem azul? – perguntou ele impressionado.
- É claro que não. Nasci em final da década de 70, das grandes invenções tecnológicas. Se eu quiser ir à Tulipa uso um avião e chego lá em 3,4 horas. Enquanto que naquele trem horroroso vou levar 24 horas. – falou ela ainda um pouco irritada.
- Não se subestime Natasha. Não seja tão rude consigo mesma.
- Quem me subestima na verdade é você.
Dizendo isto ela saiu, pois já era claro que não conseguiria convencê-lo a lhe dar outra matéria.
Encontrou Norton no caminho:
- Então, o que ele queria? –perguntou o rapaz curioso.
- Me jogar uma bomba!
- Como assim? – perguntou ele não entendendo a brincadeira.
- Quer que eu escreva sobre a última viagem do trem azul e ainda faça a viagem.
- Não é tão ruim... tente escrever uma boa história. Pode pesquisar sobre a história do trem, entrevistar as pessoas que estiverem lá, os funcionários e....
- Ora, Norton, não acredito que está tentando me dizer o que fazer!
- Desculpe! Acho que entendo porque está irritada. Tem realmente motivos para isso. Ele deveria mandar você escrever sobre a rodovia que vai surgir e não sobre o trem que vai sumir. – brincou ele.
Ela deu um meio sorriso:
- Vou indo, Norton. Vou inventar uma história interessante, como ele induziu. Nos vemos em 3 dias se eu sobreviver a viagem.
- Vai dar tudo certo, colega.
- Obrigada. – falou ela sinceramente.
Natasha saiu dali com a cabeça em turbilhão. Muito irritada com o que Jonas havia pedido. Realmente acreditava que aquela matéria não iria lhe ajudar em nada. Há tempo pedia para ele que gostaria de parar de escrever diariamente na coluna sobre "utilidade pública" do Jornal Expresso. Queria sair para rua, escrever sobre outras coisas. Mas era a última contratada do jornal, então precisava se contentar com aquilo, que era o que ninguém queria.
Natasha havia estudado com Jonas na faculdade. Inclusive haviam tido um breve namoro na época. Ele sempre foi muito dedicado. Havia nascido para ser jornalista. Dizia que sempre sonhou com isto. Melhor aluno em todas as disciplinas e orador da turma. Logo no início da faculdade passou a estagiar no Jornal Expresso. Dali nunca mais saiu e logo depois de formado ganhou um cargo de chefe. Famoso por suas reportagens de páginas policiais, já havia sido sondado por vários outros jornais, mas por uma proposta irrecusável em dinheiro se manteve no Jornal Expresso, que era considerado um bom jornal na cidade, embora não o melhor. Ela acreditava que não conseguiriam segurar Jonas por muito tempo ali.
Ela, formada em Jornalismo com notas na média, nunca se destacou na faculdade. Nem ao certo sabia se era aquilo que queria. Sabia que gostava de escrever, era curiosa... fez um teste de aptidão e seguiu. Sinceramente não se via em outra coisa... nem mesmo no jornalismo. Só sabia que queria ser independente, sair de casa e morar sozinha. E seguir sua vida.
Era uma mulher de poucos amigos e muitas palavras. Algumas pessoas diziam que ela deveria ser advogada pois era muito contestadora. Nunca pensou em ser advogada. Tentou emprego em vários lugares: jornais, revistas... Mas não conseguia nada. Quando soube que Jonas estava no Jornal Expresso imaginou que ele a ajudaria. E foi realmente o que aconteceu. O relacionamento dos dois havia sido breve e morno, mas haviam ficado amigos. Não eram melhores amigos, mas ela se sentia à vontade de conversar com ele sobre coisas que não falava para outras pessoas. Nunca conversaram sobre o antigo namoro e isso a deixava confortável.
Enquanto caminhava e pensava nem se deu conta que havia chegado na estação. Mecanicamente comprou uma passagem para Tulipa. Olhou para a passagem em papel que tinha nas mãos e sentiu-se um pouco ridícula. Mas havia prometido à si mesma que faria aquela reportagem. Provaria a Jonas que era capaz de escrever sobre uma coisa completamente insignificante. Então precisava começar, talvez pelo vendedor da passagem.
Ela retornou ao guichê:
- Senhor, sabe que dizer se muitas pessoas compraram passagem para a última viagem do trem? – perguntou ela ao homem passando dos cinquenta, mas com um semblante bastante simpático.
- Não muitas. Hoje as pessoas preferem os meios mais rápidos para chegar à Tulipa.
- E seu emprego, como vai ficar?
- Vou trabalhar na rodovia. Todos os empregados da ferrovia serão realocados na rodovia. Teremos trabalho garantido.
- Trabalha aqui há muito tempo?
- Quase 30 anos. – falou ele orgulhosos. – Quando o trem ainda era muito importante para todos: pessoas e a cidade.
- Sei como é.... – disse ela. – Sou do Jornal Expresso. Vou escrever a matéria sobre a última viagem do trem azul.
- Deveria ter escrito sobre a primeira... Deve ter sido mais interessante. – disse ele pegando alguns bilhetes e guardando.
- Sim, imagino. Mas eu não poderia escrever sobre isto porque eu não estava lá. E acho que seria difícil encontrar alguém que estava.
- Talvez encontre alguém que estava lá naquele dia. Não é impossível.
- Bem difícil... só se for alguém que era criança na época e estaria com mais de 100 anos, o que é quase impossível. Mas de qualquer forma, obrigada.
Natasha saiu. Nem acreditava que estava fazendo aquilo. Tentando saber sobre o trem. Ainda estava desconfortável com aquela matéria. Estava decidida: faria a última viagem do trem, escreveria umas poucas linhas contando o quanto era chata a tal viagem e colocaria sua opinião de o quanto era importante o trem azul dar lugar à uma rodovia nova e moderna que ligasse os dois estados.
Depois de ter passado em casa e pego umas roupas ela se dirigiu para a estação do trem, mais no subúrbio da cidade. Ficou cansada do trajeto. Aquela estação já havia sido restaurada no mínimo umas 4 vezes em 10 anos pelo que soubera. E continuava terrível. O perfeito retrato da antiguidade. Trilhos enferrujados e maltratados. Estação com construção um pouco de madeira, um pouco de alvenaria. Tentaram manter a construção original, mas não dera certo. Ela pensou em como estaria o trem. E teve até medo da viagem.
Natasha ouviu o apito do trem ao longe. Viu a imensa locomotiva vindo vagarosamente e parando barulhenta na estação. Era a primeira vez que ela via o trem azul tão de perto.
E entendia perfeitamente porque era chamado de trem azul... que era a cor predominante por fora e em vários detalhes por dentro. Achava que ele estaria em pior estado por dentro. Embora ainda houvesse algumas partes de madeira no interior, o que a deixava incrédula, estava dentro dos padrões do que ela esperava.
Tinha cheiro de mofo misturado com tinta fresca. Estranho ao olfato. Diferente. Ela aspirou o ar profundamente... gostava do cheiro que nunca sentira antes.
Ela sentou-se em um banco pouco confortável, perto da janela. Haviam cabines para dormir, com camas, mas ela só iria olhar. Não utilizaria para dormir. Nem conseguiria dormir aquela noite... Não naquele lugar. Muito menos numa cabine que provavelmente era apertada e desconfortável. Preferia passar o tempo que tinha no banco do restaurante. Ainda tinha uns 15 minutos antes da partida se não atrasasse. Leu que há tempo atrás houvera até separação de classes nas viagens do trem. Ficou impressionada. Embora tivesse um design atual para a época, o trem tinha alguns vestígios do passado que pareciam intocáveis. Seriam desde a viagem inaugural de 1911? As luzes pareciam lamparinas antigas. Dava a impressão que usavam as mesmas há mais de 50 anos. Natasha olhava tudo atentamente, mas ainda não via motivos para estar ali. Nem sabia ao certo se deveria anotar e escrever sobre como era o trem por dentro, pois acreditava que quase todos já haviam estado naquele trem um dia, menos ela.
Na dúvida achou melhor anotar, pois certamente esqueceria os detalhes pois estes não lhe interessavam muito, então seria difícil guardá-los na memória.
Começou a escrever...
- Com licença... Posso sentar-me junto de você?
Natasha olhou para cima e encarou a senhora aparentando uns 80 anos ou mais. Nossa, como detestava ser interrompida enquanto escrevia. E não entendia o motivo de a pessoa querer sentar ao lado dela enquanto o trem estava praticamente vazio. Mas foi cortês:
- Pode. – falou baixando a cabeça para suas anotações.
Olívia Abertton é doce, engraçada e carinhosa, "a menina dos olhos" de seu pai, Ernest Abertton, mesmo sendo filha de um relacionamento fora do casamento. Gabe Clifford é o CEO da maior indústria farmacêutica do mundo. Inteligente, sagaz, um homem sem coração, capaz de tudo para alcançar o que deseja. Ele levou anos preparando sua vingança contra os Abertoon. Ela seguiu sendo bondosa e alegre, mesmo quando tudo ao seu redor parecia desabar. Ele queria destruí-la para saborear cada lágrima de Ernest Abertton, o homem a quem dedicou sua vida para ver sofrer. Ela era apaixonada pelo irmão dele. Ele montou a teia e ela era a presa. O que Gabe não sabia era que a vingança poderia ser muito mais doce do que imaginava. Olívia, por sua vez, jamais imaginou que poderia existir alguém tão sem escrúpulos e coração como aquele homem. Um desejo de vingança maior que tudo. Uma mulher decidida a mudar seu destino. Um casamento tratado como negócio. Ele a usou como forma de vingança contra o homem que mais odiava. Só não esperava que conhecê-la seria seu pior castigo.
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