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Laura saiu da Bahia com o seu filho pequeno, Joca, para fugir do seu marido, um assassino que trabalha para o traficante mais poderoso do estado. Hoje mora nos Estados Unidos com o seu filho que já tem sete anos. Tornou-se uma bombeira e tem uma nova vida. Dom, o capitão do corpo de bombeiros, é considerado um homem perfeito e talvez Laura não discorde disso, mas será que ele realmente é perfeito? Dominique é o herdeiro de uma grande fortuna, e também de uma grande organização mafiosa. Laura fugiu de um bandido, será que aceitará outro em sua vida? Tudo se torna um caos para ela quando seu marido descobre onde ela está e quer sua mulher e o seu filho de volta. Dessa vez, Laura não irá fugir dele. "Mato ou morro. Não tem terceira opção", pensou. Mata ou morre, mas o que mudará na sua vida se viver? Laura não sabe o quanto está correndo perigo e só uma pessoa pode protegê-la, Dom.
O melhor presente que Rubens já me deu foi o meu João Carlos, a razão da minha existência. Sempre digo que cada parte do meu coração é dele. Eu o amo de uma forma inigualável e quero que ele saiba disso todos os dias de sua vida.
- Que saudade! - Pego Joca no colo ao entrar no apartamento e sinto um enorme alívio no peito. - Ah, como eu senti sua falta! Parece que fiquei anos longe de você.
Deito-o no sofá e ele sorri mostrando aquelas covinhas lindas. Acaricio o seu cabelo cacheado.
Rachel, a babá do Joca, sai do quarto dele e vem até à sala. É uma adolescente de 16 anos, mora em um apartamento do prédio ao lado, mas prefere passar a maior parte do tempo fora de casa. A culpa disso são dos seus pais, são pessoas horríveis.
Joca me contou como foi o seu dia e contei a ele sobre o meu.
- Eu vou me inspirar na senhora para ter os meus sonhos realizados - Rachel diz se sentando ao nosso lado no sofá. - E você quer ser o que quando crescer, Joca?
Joca olha para mim e depois para ela.
- A Rachel te fez uma pergunta. Você entendeu?
Ele ainda não fala muito bem inglês, mas está estudando muito para quando começar a ir para a escola.
- Sim. Mais ou menos. Eu acho que quero construir casa igual o pai.
- Igual seu pai? Então será um pedreiro. Você vai fazer casas muito bonitas, eu tenho certeza. - Sorrio.
Rubens era pedreiro de dia e de noite um... Ele era um homem sem coração, sem medo da morte, sem medo do que podia perder, um assassino frio. Mas, na linda cabecinha do meu filho, Rubens sempre será um pedreiro dedicado e um pai de família também dedicado.
Sempre pergunta quando vai poder voltar a ver o pai. Nunca dei justificativa sobre o porquê saímos da Bahia, pois não consigo pensar em uma boa. Sobre poder ver o pai: digo que estamos muito longe da Bahia e que o pai está muito ocupado trabalhando. Ele não acredita, mas não me contesta, só fica chateado.
Sinto até que eu sou uma péssima mãe por o ter tirado dos braços do pai, mas como eu poderia continuar com um homem que não me valorizou? Quando eu descobri que ele era um assassino me bateu porque pedi que ele parasse de matar. Fui embora mesmo e, para cobrir a ausência do pai, eu dou o melhor de mim...
Depois de conversarmos, Joca sentiu sono. Ele mamou e depois o coloquei para dormir. O meu filho tem 7 anos e ainda mama. Ele também come comidas sólidas, então nenhum pediatra vê problema nisso.
Dou um beijo em sua testa e encaro por alguns segundos o seu rosto angelical. Vou até a porta e a abro.
- Mãe!
- O que foi? - Olho para trás e sorrio. - Achei que estivesse dormindo. - Coloco as mãos na cintura.
- Você acredita em Deus? - Ele se senta na cama.
- Não. Por quê? - Estreito os olhos. Aproximo-me e sento na beirada da cama. Onde ele descobriu sobre um deus?
- A Rachel disse que nesse final de semana foi... mergulhada na água e agora é uma mulher de Deus. O que isso significa?
- Meu filho, a Rachel agora tem uma religião. Sua avó me obrigava a ser cristã, mas depois que eu cresci deixei essa religião, porque eu nunca quis estar nela e não acredito no deus deles. Apesar disso, eu aprendi várias coisas boas lendo a Bíblia.
- Você tem outra religião agora?
- Não, mas eu creio em algo. A minha tia sempre me dizia que eu nunca deveria abaixar a cabeça e desistir de lutar pela minha felicidade, do contrário a energia negativa faria minha vida ser pior do que já... - Tusso. - A energia negativa faria minha vida ser ruim. Entendeu?
- Não sei. - Ele engatinha até mim e deita a cabeça no meu colo. - Tia... Avó... E o meu pai?
- Seu pai acredita que exista um deus, mas ele não sabe quem esse deus é e não tem certeza da sua existência. Minha tia...
- Tia pra cá... Tia pra lá... - Ele faz um bico. - Quem é ela?
- Fátima, irmã da sua avó. Você não se lembra dela? Ela estava sempre conosco quando morávamos na Bahia. Tratava você como filho.
- Quando a gente vai voltar pra Bahia?
- Bom...
Eu não tenho o que dizer para ele. Não vamos voltar. Nunca. Mas não posso dizer isso. Joca morreria de tristeza.
- Um dia nós conversaremos sobre isso. Agora, eu só peço paciência e que saiba que nada do que eu faço é para o seu mal, apenas para o seu bem. - Acaricio a sua cabeça e vejo tristeza nos seus olhos. Meu coração se aperta.
- Tá bom. - Ele respira fundo e se levanta saindo do quarto. - Vou ao banheiro.
Suspiro. Está cada vez mais difícil. Uma hora ou outra Joca vai exigir explicações.
Saio do quarto dele.
- Joca, eu vou ao terraço. Já volto! - Abro a porta do apartamento e saio de casa.
Subo para o terraço e pego o celular no bolso da minha calça.
Eu ainda lembro o número da minha confidente. A minha tia, Fátima. Só ela me entende. Só ela me apoia e me protege. Ela e o meu filho.
O céu está cheio de nuvens e a cidade é completamente diferente daquela pequena cidade do interior da Bahia, Taperuçu. A tia gostaria de conhecer Souls.
Ligo para ela. Enquanto espero ela atender o meu coração bate forte e as minhas tremem.
- Alô, quem é?
- É a Laura. - Prendo a minha respiração como se isso fosse ajudar a conter os meus sentimentos.
- Ai, meu Deus! Minha filha, onde você tá? E meu Joca?
- Estamos bem. - Aperto os olhos tentando não chorar e sorrio. - Eu tenho um emprego, moro num apartamento e trabalho como bombeira. Agora eu moro nos Estados Unidos, em Souls. Aqui é lindo, tia. Você iria adorar conhecer. - Enxugo uma lágrima e respiro fundo. - Senti tanto a sua falta, minha tia.
- Meu amor, volta pra...
- Laura?! - ouço a voz do Rubens no celular. Meu coração dá uma pontada e sinto um embrulho no estômago. A voz desse homem me causa arrepios e me lembra dos piores momentos da minha vida.
Minha tia desliga a chamada. Ligo novamente para ela e começo a me desesperar quando ela não atende.
Não, não, não. Isso não pode estar acontecendo. Não!
Caiu na caixa postal. Ligo novamente, ela não atende... Ligo de novo e ela finalmente me atende.
- Tia?!
- Cadê você? - Rubens pergunta gritando. - Porra, fala onde você tá!
Sinto a raiva me possuir e aperto com certa força o celular. Se ele tiver feito algo com ela...
- Minha tia... - Contenho-me para não começar a gritar com esse desgraçado.
- Quem vai falar com você é eu. Sai de fininho e leva o meu filho embora. Parabéns pelas suas atitudes, Laura! Faz anos que eu não vejo meu filho. Quando foi que eu fui um mau pai? Quando foi que eu deixei de cumprir minhas obrigações como marido? Agora você vai se ver comigo. - Ele desliga.
Seguro-me para não chorar. Ligo para a minha mãe. Ela precisa ir atrás da tia.
A ligação cai na caixa postal várias vezes, mas persisto e ela atende.
- Mãe, sou eu. Por favor, me escuta. O Rubens...
- Laura?! - fala o meu nome com surpresa e incredulidade. - Seu demônio! Sua desgraçada! Como liga assim, de repente?
- Por favor, mãe. Não é hora pra isso. Guarda os xingamentos e me escuta! - Respiro fundo. - O Rubens ouviu a tia falando comigo e tomou o celular dela. Eu não faço ideia de como ela tá, você precisa procurar por ela. Você e o pai. Vê se ela tá em casa, por favor.
- Eu vou, mas depois você vai me ouvir. Vai ouvir e muito! - Ela desliga.
Sento no chão e passo a mão pelo meu rosto. Se ele tiver feito algo com a minha tia, eu nunca vou o perdoar. Esse desgraçado morre.
O meu celular toca e atendo rápido ao ver ser tia Fátima.
- Alô?!
- Me perdoa, Laura. - Ouço tia Fátima chorar. - Ele me ameaçou, eu tive que contar o que eu sabia.
- Ele te bateu?
- Bateu não. Eu tive medo dele bater e acabei contando antes que ele tocasse em mim.
- Você fez bem. - Respiro sentindo um alívio fluir do meu peito.
- Ai, meu amor... Ele tá louco! Tá dizendo que vai te trazer nem que seja arrastada pelos cabelos.
- Se ele quer o filho dele vai ter que me matar.
- Não só o filho. Quer você também. Laura, eu acho que se você não voltar ele te mata mesmo. Ele não sabe seu endereço, não sabe onde é sua casa, mas tá dizendo que vai te procurar. Faz o que ele pedir, vai ser melhor. Volta pra cá e deixa eu cuidar de você como eu sempre fiz, pelo amor de Deus - ela implora e o meu coração dói ao ouvir o seu choro.
- Não, tia. Eu não quero voltar. Hoje eu sou uma nova pessoa. Seus conselhos me deixaram mais esperta, mas o tempo se passou e eu aprendi algumas coisas sozinha. Eu estou construindo uma vida. Agora, aqui é minha terra. E se ele vir... Se ele me achar, ou eu morro, ou ele morre. Eu vou lutar com os meus próprios punhos e vamos ver quem vai viver.
Mato ou morro, não tem terceira opção.
Desgraças atrás de desgraças tornam um casal inimigos e, ao mesmo tempo, aliados. O ponto crítico chegará quando um terá que matar o outro. Qual gatilho será apertado primeiro? Josué virou o dono do morro Gênesis com uma única motivação: matar um influente político que está pronto para se candidatar a governador. Surge uma pessoa que pode ser a esperança de Josué. Seu nome é Nadja e tudo o que ela precisa para entregar o político nas mãos do bandido é uma garantia de que ganhará muito dinheiro, então um contrato de casamento é assinado.
Quando ainda era pobre e apenas um menino, Evandro conheceu Paola ao pular o muro da vizinha para pegar manga. Ela era uma frágil menina com leucemia que não podia sair de casa devido à superproteção da sua mãe. Entretanto, isso não impediu que Evandro pulasse o muro da vizinha todos os dias para ver sua amiga. À sombra daquele pé de manga, Paola passou os melhores dias da sua vida. Evandro a fazia muito feliz. Mas os sintomas da leucemia pioraram, ela caiu, bateu a cabeça e foi levada às pressas para para o hospital. Evandro nunca mais a viu, nem mesmo viu a mãe dela para que pudesse pelo menos perguntar se Paola continuava viva. Evandro cresceu, batalhou, ganhou oportunidades e se tornou Evan, o CEO bilionário mais lindo e cobiçado do mundo. E movido pela memória que ainda guardava da sua antiga amiga, construiu um hospital especializado no tratamento de câncer. Tudo o que ele menos esperava aconteceu: naquele hospital, reencontrou Paola, mas como uma residente. Tornou-se uma mulher linda e cheia de vida. Entretanto, não se lembrava dele. Evan está determinado a fazê-la se lembrar dele, conquistar seu coração e torná-la apenas sua. Só que há um empecilho: Paola está perdidamente apaixonada pelo lindo amigo de Evan, o doutor Alessandro. "Paola, vou ter mesmo que te roubar do meu amigo?"
O bilionário Nathan Relish não casou por amor! Por um tempo, ele nutriu um desejo de vingança enquanto esteve casado com uma jovem de olhos cor de esmeralda. "Não vamos perder tempo", Nathan abriu a gaveta para apanhar os papéis e jogou-os sobre a mesa. "Assine e vá embora", a mandíbula quadrada estava trincada quando Nathan vociferou. Três anos depois, o bilionário observou a mulher que estava passando pela rua com uma criança. O homem amargurado estava de volta. Ele queria reconquistar a ex, mas Evelyn Lee havia prometido a si mesma que nunca mais cairia na armadilha do senhor Relish.
Sendo forçada a se casar com o senhor Reynolds, Thea pensava que nunca mais seria feliz, pois os rumores diziam que ele era feio e aleijado. Por isso, ela se preparou para suportar um casamento infeliz. No entanto, uma grande surpresa a acolheu. Seu marido a encheu de todo o amor e a fez se sentir muito especial. Com determinação inbalável, ele a protegeu de todos que vieram atrás dela. Mesmo quando o pai dela a maltratou, ele a vingou. As pessoas que a odiavam profundamente a amaldiçoaram na mente. Que mulher sem coração! Segurando Thea nos braços, o senhor Reynolds declarou: "Ela é o amor da minha vida e eu a amo do jeito que ela é. O que há de errado em protegê-la e mimá-la?"
Seu noivo e sua melhor amiga conspiraram juntos contra ela. Ela perdeu tudo e morreu na rua. No entanto, ela ressuscitou em um mundo paralelo. No momento em que ela abriu os olhos, seu marido neste mundo estava tentando estrangulá-la. Por sorte, ela escapou da morte desta vez. Depois, ela assinou o acordo de divórcio, pronta para enfrentar uma vida miserável novamente. Para sua surpresa, sua mãe neste mundo tinha lhe deixado muito dinheiro, então ela decidiu inverter as situações e se vingar. Tudo estava indo bem até que seu ex-marido reapareceu.
"A SUBMISSA" "Chegou o dono da porra toda" Era assim que ele era conhecido o CEO herdeiro da maior vinícola da ESPANHA o comedor das mulheres mais cobiçadas e a filha da puta era orgulhoso por isso. Sua fama de garanhão! Para a família ele era o bom moço, aquele que faz tudo pela família. Mas que guardava um segredo a sete chaves do mundo seu harém de submissas. Com sua coleção de submissas ele queria mais para seu castelo ficar completo e dessa vez ele queria uma em especial: "A VIRGEM". Em uma busca incessante pela esposa perfeita ele conhece a linda e ingênua Melinda a garota pura que foi criada para ser esposa pela família tradicional da pequena aldeia de pescadores. Ele jogará sujo para ter essa linda garota em seu poder e assim a torná-la sua submissa perfeita. Ela cai em suas garras e acaba aceitando o casamento e para se vingar dela que não o aceita e o despreza ele a leva para viver com suas outras submissas e ali ela acaba se envolvendo no mundo bdsm e por amor. será que ela vai aceitar ser a sua submissa? "Ele tem a presa, ele tem o dinheiro e será que ele a terá?" "Ela queria um amor e encontrou um dominador"
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