Viver numa fazendazinha no interior do Alabama não é algo muito motivador, não é? Mas ser sequestrado por alienígenas, ver a nave em que você está preso praticamente despencar em queda livre na direção de um planeta totalmente desconhecido onde você não sabe sequer em que galáxia fica? Isso sim é o cúmulo do azar. Agora estou preso em um planeta glacial sem saber o que fazer, como voltar para casa ou pelo menos continuar vivo por mais algum tempo nesse clima congelante (a expressão "pé frio" nunca fez tanto sentido). Até que um Alienígena nativo me encontra e parece disposto a ajudar com essa situação um tanto... Complicada em que me encontro, mas caso não esteja delirando, consigo ver em seus olhos que ele claramente está interessado em mim.
WILL
Nunca sequer considerei acreditar que havia vida em outros planetas ou algo do tipo. Tá, eu sei que o universo é infinito e que os seres humanos conhecem tão pouco sobre ele que é como se soubéssemos de apenas de um grão de areia em meio a toda a imensidão de um deserto. Também nunca considerei isso por que estava mais ocupado fazendo os serviços na pequena fazenda em que vivo com meus avós do que refletir sobre essas coisas.
Eu era o que muitos chamariam de um "completo caipira", tirando leite das vacas, colocando feno pros cavalos e jogando milho para as galinhas. Agora já nem sei mais se posso me encaixar nessa descrição, e convenhamos: eu daria tudo para ter minha vida de volta, por mais insignificante que ela fosse.
Acho que tudo começou uns dois dias atrás. Eu falei "acho" porque não tenho certeza de quanto tempo se passou desde que eu tô preso aqui nessa gaiola minúscula.
Estava tudo completamente normal na fazenda até umas 11:00 da noite, quando as galinhas começaram a ficar inquietas e os cabritos berravam sem parar, e apesar de cansado depois de um dia exaustivo, pulei da cama e fui ver o que estava acontecendo em passos rápidos antes que meu vô acordasse e me desse uma bronca sobre como eu era morto de preguiça e não fazia nada (apesar de que foi eu que tomei conta de cada necessidade da fazenda nos últimos tempos).
Vestindo apenas um short fino e uma camisa de flanela surrada (meu habitual pijama), corri em direção ao celeiro que ficava perto do milharal seco já quase pronto para a colheita. Estava tão sonolento que nem sequer percebi a eletricidade fora do comum crepitando no ar frio da noite. Os pés de milho balançavam para lá e para cá como se estivéssemos numa temporada de furacões, mesmo que a brisa da noite não fosse tão forte.
Já estava quase chegando na porta do velho celeiro quando avistei uma luz estranhamente vermelha e pulsante vindo de dentro do milharal. E como não estava a fim de bancar o estúpido e ir correndo até lá sem nenhuma arma como os bocós de filmes de terror, simplesmente dei um passo para trás, pronto para voltar correndo em direção ao casarão em que morei os últimos 8 anos da minha vida, desde que meus pais morreram.
Não consegui andar mais do que dois metros antes que uma espécie de nave circular e enorme surgisse no meu campo de visão e se aproximasse tão rápido que é como se ela tivesse se teletransportado para acabar com os 500 metros que ainda nos separavam.
Eu tentei correr, juro que tentei, mas é como se essa eletricidade estática no ar simplesmente impedisse que meu corpo de se mover. A luz avermelhada recaiu sobre mim e fez meu corpo esquentar tanto que é como se estivesse pegando fogo de dentro para fora. E então... Tudo ficou preto.
Tive sonhos esquisitos, consegui ouvir vozes grossas e horripilantes falando em uma língua que não conseguia compreender. Mesmo através das pálpebras conseguia saber que estavam iluminando meu rosto com uma luz tão intensa que é como se tivessem colocado o sol diante do meu rosto. Em algum momento senti uma forte dor na lateral da mim cabeça, como se tivessem perfurando meu cérebro repetidas vezes com um canivete, me fazendo perder a consciência novamente.
Quando acordei novamente, já estava deitado nessa gaiola minúscula que fica no canto de uma das salas da nave. Eles retiraram a minha camisa surrada e quanto toquei a lateral dolorida da minha cabeça com a ponta dos dedos e vi que saíram sujos de sangue, soube que eles fizeram alguma cirurgia estranha em mim.
Já se passaram mais de 30 horas e estou começando a memorizar às suas vindas até a minha cela para me verificar. Como fazem isso de duas em duas horas, os guardas já devem estar voltando aqui.
E como se meus pensamentos invocassem os desgraçados, a porta é aberta e dois Alienígenas entram no cômodo em que estou preso. Eles tem uma aparência reptiliana, a pele tem uma cor que é meio que uma mistura de verde e marrom, uma língua bifurcada e olhos enormes. São as coisas mais horrorosas que eu já vi na minha vida, e olha que já fui obrigado a cortar as unhas encravadas do meu avô uma vez.
- beba. Humano.- um deles fala em uma língua completamente estranha, mas que agora inexplicavelmente consigo entender. Talvez isso tenha a ver com o que quer que seja que eles fizeram na minha cabeça.
Uma vasilha com água é jogada de qualquer jeito dentro do pequeno cubículo em que estou, fazendo a maioria derramar no chão. Alterno o olhar em que a água que agora está espalhada aos meus pés e os olhos nojentos desses monstros.
- o que querem comigo? - pergunto na minha própria língua. Se agora consigo entendê-los, é provável que eles também me entendam.
- Tsc. - ele faz um som esquisito com a língua bifurcada, antes de olhar para outro monstro. - eles valhem muito mais no mercado intergaláctico quando ficam de boquinha fechada.
- Com certeza. Só precisam ficar com as pernas erguidas. Nada mais. - responde o outro, fazendo um arrepio subir pela minha espinha.
Mercado intergaláctico? Valer muito mais? Então eles me pretendem vender como escravo para outros alienígenas nojentos.
Merda. Eu preciso dá um jeito de escapar desse lugar.
🪐🪐🪐
As horas vão se passando, mas mal noto isso enquanto tento de todo jeito arrombar a tranca da jaula. Apesar de toda essa tecnologia estranha em cada centímetro dessa maldita nave, a tranca é um tanto rústica e requer apenas de uma chave grande. O corte na minha cabeça lateja sem parar, mas mesmo assim continuo tentando destrancar a jaula.
O buraco da fechadura é grande o suficiente para que meu dedo mindinho entre nele. Sinto minha unha roçando as engrenagens lá dentro, mas já consigo ver o sangue pingando no chão devido ao esforço que estou fazendo contra a borda afiada da tranca, que está quase arrancando a ponta do meu dedo fora.
Quando um "click" ecoa pelo, solto um suspiro de alívio. Acho que esses monstrengos subestimaram a inteligência dos humanos. Retiro o dedo ensanguentado da fechadura e abro a porta, antes de correr para fora dessa maldita jaula. Há uma janela de vidro do outro lado desses estranho quarto. Corro até lá para tentar ver alguma coisa, mas tudo que vejo são centenas de estrelas num fundo escuro imenso... Até que olho para baixo e veja um planeta enorme logo abaixo.
Ele é completamente azul. Azul demais para ser o planeta Terra. Onde será que estamos? Os outros planetas azuis do sistema solar são gasosos, então será que estamos em outro galáxia... Isso é possível?
Solto um grunhido de frustração. Eu posso até ter escapado da cela, mas para onde iria depois disso? Estou no espaço completamente a mercê desses monstros, e não é como se pudesse obriga-los a me levar para meu planeta de volta sem mais nem menos...
Um tremor súbito se espalha pela nave e me faz cair de bunda no chão. Olho para todos os lados aterrorizado quando os solavancos não cessam nem por um segundo. É como se tivessem perdido o controle da nave...
- ATENÇÃO! ATENÇÃO! EMERGÊNCIA NO SETOR 4! EMERGÊNCIA...- as palavras na língua estranha ecoam pela nave quando luzes vermelhas começam a piscar no teto sem parar e os tremores se intensificam a cada minuto.
Não tenho tempo de pensar em mais nada quando sinto os motores morrerem sob o metal esquisito do chão. A nave continua suspensa por alguns míseros segundos, agora em total silêncio, até que ela simplesmente começa a despencar, me lançando contra o teto como um boneco de pano. Nesse momento apenas algo passa pela minha cabeça: irei morrer agora mesmo.
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